29/06/2020

SERVIÇO PÚBLICO

Por Dirceu Pio

Apresento aqui nestas poucas linhas uma síntese de tudo o que eu aprendi de mais relevante para a Saúde Pública durante a Pandemia.

Peço que compartilhem freneticamente para que a informação chegue ao maior número de pessoas e possa servir como defesa dos cidadãos diante de um inimigo, o Vírus Chinês, que tem contado com o apoio da desinformação e de práticas médico-hospitalares genocidas...

              SOBRE TRATAMENTO

1)-  Sintomas mais comuns: Perda do Olfato e do Paladar, Dores Musculares, Nariz escorrendo, Diarreia, Dor na Barriga, Febre, Tosse, Cansaço fora do comum,  Dor-de-cabeça e Dor-de-Garganta.

2)- Nem sempre os sintomas aparecem todos de uma vez só...Melhor acender o alerta com o aparecimento de um só sintoma, especialmente febre. Veja que a maioria desses sintomas se parece com os sintomas de uma gripe comum e é preciso não perder tempo...faça o teste....

3)- É mentira que não existe tratamento para a infecção ! Existe sim ! Anotem as quatro  drogas que eliminam a carga viral desde que aplicadas nas primeiras horas da infecção: hidroxicloroquina (ou ivermectina); azitromicina e zinco...

4)- A fase inicial da infecção, também conhecida por “fase viral”  (primeiros quatro dias a contar do teste positivo), é DECISIVA  e não pode ser perdida.

5)- O tratamento com Hidroxicloroquina (ou Ivermectina, para os casos em que a hiroxicloroquina  seja contra-indicada) + Azitomicina + Zinco tem de ser iniciado logo após o surgimento dos primeiros sintomas.

6)- Médicos que se preocupam com a vida dos pacientes já não esperam pela confirmação do diagnóstico: dão início imediato ao tratamento com hidroxicloroquina ou ivermectina, azitromicina e zinco...sabem que a cura está nas primeiras horas da infecção...


7)- Certifique-se antes de que o médico, a clínica ou o hospital que vai lhe atender já adotou um Protocolo de uso seguro da Hidroxicloroquina (Ivermectina), Azitromicina e Zinco. Se não adotou, procure algum lugar que o tenha adotado.

8)- Uma alternativa totalmente segura para você saber se está infectado (ou não !) é a tomografia dos pulmões !  Se os pulmões apresentarem o que os médicos chamam de “efeito do vidro embaçado”, com certeza você pegou o Vírus...Mas não é bom esperar sequer pela tomografia...

9)- Já se sabe que a infecção têm três fases distintas: FASE 1)-  É a fase viral, da multiplicação acelerada do Vírus; FASE 2) teve início o comprometimento dos pulmões; FASE 3)- comprometimento total dos pulmões e de outros órgãos...

10)- Passada a primeira fase, cai substancialmente a eficácia da hidroxicloroquina e azitromicina...só agora começam a surgir outras drogas eficazes para as fases dois e  três, mas são drogas caríssimas se comparadas ao preço popular da hidroxicloroquina,  azitromicina, ivermectina e zinco...

12)- Alguns estudos, ainda com poucos pacientes, começam a indicar que a ivermectina é também eficaz no combate ao Vírus na fase dois e três..

13) – Os resultados das já famosas “Autópsias de Bérgamo”, através das quais se descobriu que a infecção pelo Vírus Chinês, não é respiratória e sim uma síndrome complexa que ataca primeiro a hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio, condenou o uso de respiradores no tratamento da infecção.

14) – Além de não curar, o respirador dilacera os pulmões e deixa sequelas em quem sobreviveu.


SOBRE PREVENÇÃO

1)- Existem evidências fortíssimas de que a Ivermectina serve para prevenir contra a infecção do Vírus Chinês !

2)- Uma das principais evidências está no Estado de S. Paulo, na cidade de Porto Feliz (região de Sorocaba), onde a prefeitura lançou há vários meses um programa de prevenção baseado na Ivermectina  dirigido aos “contactantes”, ou sejam, familiares e pessoas obrigadas a conviver com quem contraiu o vírus na cidade...O programa já atingiu mais de 4.000 pessoas e até agora nenhuma foi infectada...

3)- E atenção ! Se é certo que a ivermectina, tomada na dose certa, protege da infecção por até seis meses, ninguém deve abusar e se expor ao contágio desnecessariamente...Há relatos de pouquíssimos casos de pessoas que tomaram Ivermectina e abusaram, indo, por exemplo a festas, sem máscara, e foram infectadas...

4)- A hidroxicloroquina também pode ser  usada preventimamente por profissionais de saúde, mas só através de um protocolo seguro, como aquele que foi desenvolvido pelo corpo de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, inspirado no modelo indiano...

23/06/2020

FIM DA FESTA JUNINA – É A MÍDIA BRASILEIRA

Por Dirceu Pio

Os convidados foram embora, o dono da casa sorveu o último gole de quentão e a fogueira já estava transformada em cinzas, carvão e fumaça tóxica !

O final da festa junina, de São João, Santo Antônio ou São Pedro, tece o retrato nu e cru da mídia brasileira nestes  dias tristes de Pandemia, desinformação e angústia.

A última iniciativa da mídia foi organizar-se num consórcio para fornecer à sociedade “os números reais” da Pandemia. Deveria aproveitar o consórcio para participar de licitações para construção de rodovias, hidrelétricas ou linhas do metrô.

Quem sabe fora das comunicações seria melhor sucedida, além de não perturbar mais a opinião pública !
O consórcio é no fundo a prova definitiva de que é ela, a mídia, que promove essa mistura tóxica e explosiva de Saúde Pública com política rastaquera: lembremos  que o consórcio nasceu em consequência de o governo federal ter começado a sonegar os números pandêmicos por saber – é claro – que eles eram fortemente manipulados pelos governadores e prefeitos.

E o que fez o consórcio ? Trouxe de volta os números tal qual são apresentados pelas secretarias de Saúde sem ao menos se preocupar que muito provavelmente são quase todos fraudados e escondem práticas genocidas de governadores e prefeitos...

OMISSÃO CRIMINOSA

Na realidade, até agora, com mais de três meses de Pandemia, a mídia brasileira sequer descobriu que já existe tratamento seguro para 98% dos casos desde que o vírus seja bombardeado nas primeiras horas da infecção (fase viral).

A mídia trabalha também de costas viradas para soluções preventivas eficazes baseadas em duas drogas bem acessíveis – a hidroxicloroquina e a ivermectina !


Já se sabe, por exemplo, que as grandes farmacêuticas mundiais são a segunda força de sustentação da OMS e que elas pulverizam recursos planeta a fora para atingir a reputação de drogas eficazes e acessíveis na cura e na prevenção da infecção.

Mas a mídia brasileira não enxerga nada disso...Sabe-se também que o bilionário Bill Gates é hoje o maior contribuidor da OMS e que sustenta nada menos de sete farmacêuticas dedicadas diuturnamente ao desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus.

Sabe-se que suas vacinas já infectaram 490 mil crianças na Índia com paralisia infantil e que a Fundação Belinda Gates (mantida por Bill e sua mulher), ao negar a denúncia limitou-se a declarar: “Parece que não foram tantas assim”, segundo informa o professor João Tilly, do Chega, partido conservador português...

Mas a mídias brasileiras não publicaram até agora uma só linha sobre o assunto.

FAKE QUE NÃO´É FAKE

Já faz algum tempo que a mídia brasileira tem-se dedicado também a identificar fake-news, como se coubesse a ela moralizar a web.

A onda de “caça fake-news” começou lá atrás, com o Fantástico, que do alto de sua suprema arrogância chamou de “mentirosa” a informação passada pela ministra Damares Alves de que o Brasil possuía fazendas preparadas para a prática de zoofilia (sexo com animais).

Desde que tomou posse no cargo, Damares é ridicularizada pela mídia que sequer ligou para suas novas denúncias de que a deep-web (a internet profunda) tem servido para organizar as quadrilhas de pedófilos com intensa atuação no Brasil: “Há um surto de estupro de bebês no Brasil”, denunciou a ministra em depoimento em junho de 2019 aos deputados da Comissão da Família e da Seguridade Social (https://www.youtube.com/watch?v=VxGHV7wCuQ4)

Nada mais natural, portanto, que a mídia brasileira ignore também que a pedofilia esteja no centro da atual crise planetária e sequer informe as razões que levaram Donald Trump a decretar abril como o mês do respeito à sexualidade infantil.

PARA O FEBEAPÁ

Os serviços de “caça  fake-news” se multiplicam e agora chegou a vez do Estadão fazer o seu...

Só para terem uma ideia da “qualidade” do serviço, vejam que ele rotulou de “falso” um dos vídeos da dra. Lucy Kerr, médica da Universidade de São Paulo, cujo currículo não cabe numa tela de computador, onde ela apontava várias evidências de que a Ivermectina tem eficácia na prevenção e na cura da infecção pelo Vírus de Wuhan.

Eu tive a paciência de ler todo o relatório dos “apuradores” do serviço de checagem do Estadão, uma peça digna de constar do famoso Febeapá (Festival de Besteira que Assola o País) do imortal Stanislaw Ponte Preta.

Em resumo, o relatório confirma serem verdadeiras todas as evidências demonstradas pela médica, mas conclui serem falsas as afirmações de que a droga serve pra prevenir e curar...

Quem deve ter gostado bastante do relatório foram as farmacêuticas e o Yoyube que aproveitou a deixa para censurar vários vídeos da dra. Kerr.

OMISSÃO GENOCIDA

Os critérios dos serviços “caça fakes” são sempre arbitrários e duvidosos...

Ainda em final de abril, o site Oriundi.Net, de alta credibilidade, divulgou uma matéria, importantíssima, com os resultados das 70 autópsias realizadas em Bérgamo e Milão (Itália) que mudaram o conceito de tratamento da infecção pelo Vírus de Wuhan, condenando o emprego de respiradores.

A descoberta de que a doença não é respiratória e sim uma síndrome que ataca primeiro a hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio para o organismo, foi uma das mais importantes da Pandemia...

A notícia circulou pelas redes sociais com um título enviesado – Autópsias de Bérgamo: o problema principal não era o coronavírus.

Enviesado, mas correto porque a principal “causa mortis” dos pacientes de Bérgamo foi o respirador que dilacerava os pulmões sem oxigênio.

Milhares e milhares de pessoas usaram apenas o título para consultar os serviços de caça-fake, entre os quais estava a “sábia” checagem do Estadão e a resposta foi unânime em todos eles: “É falso que, em Bérgamo, não houve mortes por coronavírus”.

Graças a esses “inteligentes” serviços de checagem, o resultado revelador das autópsias de Bérgamo foi sonegado a milhões de pessoas, talvez, propositadamente, para que os governadores genocidas não perdessem as gordas propinas na compra de respiradores...



20/06/2020

ROUBOS, GENOCÍDIOS, OMISSÃO – É A GESTÃO DA PANDEMIA NO BRASIL

Por Dirceu Pio

“Somos favoráveis ao terrorismo organizado – isto deve ser admitido francamente”(Vladimir Ilyich Ulyanov, vulgo Lênin)
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Dia 14 de junho de 2020 – O Brasil assume a vice-liderança mundial de mortes pelo Vírus de Wuhan ! Governadores e prefeitos trocam risos vitoriosos e reunida num Consórcio – isso mesmo, num con-sór-ci-o ! – a mídia comemora, como se tivesse concluído uma grande proeza.

Ambos se merecem ! Diria mesmo que a responsabilidade por mais de 90% dessas mortes deve ser atribuída aos gestores da Pandemia e  à mídia brasileira, que por razões  ainda não  suficientemente claras, trocou o dever de informar pela arte de produzir pânico e terrorismo.

 É claro que governadores, prefeitos e todas as autoridades e instituições que direta ou indiretamente contribuíram com esse cenário de horror dirão que fizeram de tudo para salvar vidas. 

A realidade começa a demonstrar, a cada dia com mais força, que fizeram exatamente o contrário: como se fossem músicos de uma grande orquestra, entraram na Pandemia orientados e pautados para matar – e roubar.

Rememoremos alguns fatos: ainda em março, o hospital Sancta Maggiore, do convênio Prevent Senior, que dá cobertura a nada menos de 25% da população idosa da Grande S.Paulo, registrou 79 mortes pelo vírus chinês.

 Acendeu as luzes vermelhas (a instituição poderia ser destruída pelo vírus !), reuniu os melhores cientistas do país e em apenas dez dias desenvolveu  e implantou um protocolo orientando o tratamento da infecção na fase inicial (primeiros quatro dias) com hidroxicloroquina e azitromicina.

Começaram a acontecer ali coisas extraordinárias como o desaparecimento dos sintomas em poucas horas e reversão total da infecção em dois ou três dias. Entre os pacientes que autorizavam o tratamento, o índice de cura bateu em 100%.

Já em seguida, o convênio ativou o seu serviço de telemedicina e inaugurava o tratamento doméstico, sem necessidade de internação. No prazo de 30 dias, o Prevent Senior acumulou nada menos de 600 curas sem necessidade de internação.

NÃO FIZERAM O ÓBVIO

Agora, eu pergunto a você, meu caro leitor, o que você faria se fosse governador do estado ou prefeito de uma das cidades paulistas que começasse a registrar casos de Covid-19 ? 

Digo com toda franqueza o que eu faria: visitaria o Sancta Maggiore  para conhecer em detalhes tal milagre. Sairia dali, sendo governador, decidido a implementar o mesmo protocolo em todos os  municípios do estado ou, sendo prefeito, a implantar o bendito protocolo na minha cidade.

Foi o que fez, por exemplo, a médica Wilse Segamarchi, da pequena Salto de Pirapora, na região de Sorocaba (SP).   Wilse  conta que um de seus colegas adoeceu e, como seu estado começava a piorar, deu um pulo até S. Paulo e voltou com o protocolo da Prevent e doses de hidroxicloroquina suficientes para o tratamento de seu colega, que se recuperou e se aliou a ela para incentivar outros dois municípios da região – Salto e Porto Feliz – a também aderir ao tratamento. 

Agora, sabe quantas mortes foram registradas em Salto de Pirapora, Salto e Porto Feliz ? Nenhuma ! 

Mais do que comprovar a eficácia da hidroxicloroquina, o Prevent Senior contribuiu para disparar um alerta que, se observado por prefeitos e governadores de todo País, jamais morreria  tanta gente: associada à azitromicina, a hidroxicloroquina tem eficácia de quase 100% desde que o tratamento seja iniciado nas primeiras horas da infecção (fase viral) !


Acontece que os gestores, exceção desses poucos médicos abnegados, trabalharam o tempo todo de costas viradas para as experiências clínicas fantásticas do Sancta Maggiore e chegaram até mesmo a tentar destruir a reputação do hospital.

PROTOCOLO DA MORTE

Estavam todos, desde o início,  aparelhados pela OMS que tinha no Brasil o seu fiel escudeiro, o médico, deputado e Ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que apoiou a rebelião dos governadores, coordenou o Atentado de Manaus contra Cloroquina, e deixou como herança maldita à sociedade brasileira o Protocolo da Morte que, desgraçadamente, ainda sobrevive em muitos estados brasileiros, inclusive no líder de óbitos, SP.

Saber o que é o Protocolo da Morte significa compreender a essência malévola da gestão da Pandemia no Brasil, onde os óbitos não pararam de crescer: numa crise como essa, cabe ao Ministério da Saúde passar a orientação básica de tratamento à rede de atendimento do SUS.

Observem bem a sutileza e o lado, digamos assim, inteligente e ardiloso do Ministério gerido por Henrique Mandetta: recomendava que os pacientes que testavam positivo recebessem Tamiflu e Dipirona e o uso da hidroxicloroquina seria reservado para a fase aguda da doença.

É a própria receita da morte porque as duas drogas (Tamiflu e Dipirona) são inócuas e as duas que salvam vidas tem a eficácia bastante reduzida na fase aguda da doença e  por serem drogas baratas, devem ser administradas até antes do diagnóstico.

XAROPE DE GUACO

Em Passo Fundo, com 200 mil habitantes, no Rio Grande do Sul, foi registrado, como exemplo, o segundo número de mortes no Estado, perdendo apenas para Porto Alegre com população sete  vezes maior. 

O promotor estadual, Rodnei Candeias, foi ver de perto o que poderia explicar tal disparate e encontrou a resposta: no primeiro atendimento, os pacientes com sintomas recebiam orientação para esperar em casa, tomar xarope de guaco (substituto gaúcho do Tamiflu) e dipirinona...Voltavam dali a dez ou doze dias saturando muito  e quase mortos...houve casos de pessoas que morreram na porta do hospital (vale a pena ver aqui: https://www.facebook.com/watch/?v=873947999781375)

Não é nada injusto dizer, portanto, que governadores e prefeitos estavam – e estão - determinados a roubar e matar. Fecharam a lente sobre os dois objetivos perversos e sequer olharam dos lados para captar os ensinamentos que a própria Pandemia produzia !

RESPIRADORES ASSASSINOS

Vejam o caso dos respiradores: ainda no final de abril, Cameron Kyle-Sidell, médico do Maimonides Medical Center em Nova York, relatava que o uso de respiradores artificiais levaria a uma deterioração da condição dos pacientes de Covid, resultando em sua consequente morte em 80% dos casos.

E no começo de maio era divulgado o resultado das 70 autópsias em cadáveres vítimas do Vírus de Wuhan em Bérgamo e Milão, a Norte da Itália, com revelações que sacudiriam a medicina em todo o planeta. 

A “causa mortis” dos 70 pacientes não foi o Covid-19, mas a pressão dos ventiladores, inaugurando, então, uma nova narrativa para o tratamento da infecção: 

- "Senhores, o Covid-19 danifica primeiramente os vasos - proclamou o dr. Giampaolo Palma, cardiologista com muitos anos de experiência e atualmente operando em um centro especializado em doenças cardiovasculares em Salerno -  o sistema cardiovascular e, só então, atinge os pulmões! É a microtrombose venosa, não a pneumonia que determina a fatalidade!"

Se, portanto, o Covid afeta principalmente os vasos e o sistema circulatório, a dedução natural  é que se torna praticamente  inútil ventilar artificialmente o paciente, se não até mesmo prejudicial, uma vez que os pulmões não recebem sangue suficiente.

Nenhum desses ensinamentos chegou a prefeitos e governadores brasileiros que só prestaram atenção no preço do equipamento e nas possibilidades de gordas comissões. Ainda nesta segunda-feira, 15-06, o governador de SP, João Dória, foi para a TV gargantear que havia comprado algumas centenas de respiradores da Turquia e da China (é espantosa a relação dele com a China, só falta mesmo mandar puxar os olhos e discursar em mandarim!).

ÁFRICA, UM EXEMPLO

Ah, se todos eles gerissem a Pandemia com espírito público !

Teriam promovido uma ampla, geral e irrestrita profilaxia viral com o uso também de uma droga barata e eficaz, tanto na prevenção como na cura, pois há evidências de que ela elimina até 98% da carga viral – a Ivermectina !

Não, ainda não existem “estudos randomizados duplo cego”, como exigiriam os espertos e genocidas de plantão...Existem fortíssimas evidências clínicas e de campo a revelar que ela é poderosíssima e isso deve bastar a quem está realmente interessado em fazer saúde pública de verdade.

Vejam, por exemplo, o que diz a médica Lucy Kerr, cujo currículo não cabe numa tela de computador, sobre a Ivermectina:

- Será que numa hora dessas não podemos atribuir a essa droga o que ocorreu na África, onde os casos da doença desafiaram toda a tendência desta Pandemia ? Veja, por exemplo, o caso da Etiópia, com 110 milhões de habitantes, o segundo país mais populoso do continente. Esperaram por uma catástratofe: prepararam nada menos de 50 mil profissionais para atender no confinamento e ergueram cerca de 15 mil leitos hospitalares. Até esta segunda semana de junho, a Etiópia registra apenas 700 casos de Covid e seis mortes.

Em toda a África – prosseguiu a doutora Lucy Kerr – continente com 1,2 bilhão de habitantes foram registradas apenas 3.600 mortes até agora:

- Como negar que esse extraordinário desempenho seja atribuído à Ivermectina se lá quase todos os países aplicam milhões de doses da droga todos os anos?

A África, quem diria? , tirou de letra o Vírus do Tedros, da OMS !

10/06/2020

SUJA E REVELADORA – É A GUERRA CONTRA A CLOROQUINA !

Por Dirceu Pio


        Mais penoso do que a prisão domiciliar sem tornozeleira eletrônica é suportar o mau cheiro que infecta o ar soprado pelos ventos pandêmicos !

        Não, o odor não vem dos milhares de cadáveres de vítimas inocentes que continuam a ser atirados em covas rasas ou transformados em cinza nos crematórios. O mau cheiro vem do caráter em putrefação das forças que se aproveitam da Pandemia para produzir recessão, ganhar dinheiro ou desestabilizar governos conservadores no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, entre vários outros.
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        Ao contrário do que acontece no Brasil, onde as idiossincrasias político-ideológicas asfixiaram o jornalismo, ele sobrevive com vitalidade nos Estados Unidos, tanto que  ali  já emerge a convicção de que a Pandemia foi previamente planejada no detalhe e começam a aparecer os primeiros suspeitos pela autoria intelectual do projeto.

        Por enquanto, as suspeitas recaem sobre quatro personagens principais: o ex-presidente Barack Obama; o infectologista Anthony Fauci; Bill Gates, o “Homem das Vacinas” e Tedros Adhanom,, o Imperador da OMS.

        Fantasia ? Teoria da Conspiração ? Quem ler com atenção o relato que faço abaixo sobre a guerra deflagrada desde o início da Pandemia contra a hidroxicloroquina vai se convencer de que é tudo verdade. E muitos outros personagens serão incorporados ao rol de responsáveis.

        E, além disso, começará a perceber o quanto tornou-se frágil a mídia brasileira que sequer informou o que de fato motivava Bill Gates a deixar a Microsoft em março de 2020...”Ele vai dedicar sua vida a partir de agora à filantropia”, aceitou a mídia que não chegou a fazer uma conta elementarr, assim: com uma população planetária que se aproximava de oito bilhões de pessoas, se uma vacina  for vendida por até 100 dólares a governos, com financiamentos disponíveis nos cofres de magnatas do porte de George Soros, quanto ganhará quem a produz e a fornece?

        O jornalismo americano não só fez as contas  (basta multiplicar 100 dólares por oito bilhões) como informou que Bill Gates controla hoje nada menos de sete farmacêuticas diuturnamente dedicadas à produção da vacina contra o vírus de Wuhan.

        E mais: mostrou também que o confinamento, não por acaso defendido pelos quatro suspeitos, acompanhado de terrorismo, é um elemento de marketing perfeito para a formação do mercado planetário para vacinas.

JÁ APARECE UMA PARTE DA HISTÓRIA

        Nada melhor para mostrar a causa desse mau cheiro que ainda se espalha forte,  do que falarmos da guerra suja contra o uso da hidroxicloroquina, a velha droga, conhecida planetariamente por sua aplicação  na prevenção e na cura da malária, que já na largada da Pandemia provou ser bastante eficaz no tratamento precoce da infecção pelo vírus chinês.

        O plano, percebe-se hoje com maior clareza, era produzir pânico e confinar em casa a população do Planeta.

        Baratinha mas poderosa, a droga passou a representar uma pedra no meio do caminho dos genocidas: era tão previsível que ela iria se impor (até pelo alerta feito pela China, tradicional usuária da cloroquina, segundo testemunha Paolo Zanotto, um dos grandes virologistas brasileiros), que passou a ser combatida desde os primeiros dias da Pandemia.

        Nessa guerra, de um lado você tem claramente:

1)    - a China interessadíssima na recessão planetária (basta ver as economias que o país consolida na compra de commodities agrícolas e o interesse já manifesto pelos empresários chineses na aquisição de empresas brasileiras quase nocauteadas pela paralisação econômica);

2)    - as maiores farmacêuticas mundiais, todas elas grandes financiadoras da OMS e inconformadas com o fato de um “remedinho fuleira” querer roubar-lhes a grande oportunidade comercial da história contemporânea;

3)    - o empresário Bill Gates (hoje contribuindo com mais de 800 milhões de dólares com a OMS), à espera que o Planeta se dobre às suas vacinas;

4)    – “médicos”, “cientistas” de péssima qualidade capazes apenas de ver na Pandemia uma oportunidade de ganhar dinheiro e se fazer na vida;

5)    - a mídia de quase todo Planeta atolada na disrupção causada pela Web, tornando-se, portanto, presa fácil dos mega-corruptores;

6)    – políticos de péssima qualidade, interessados em se enriquecer,  corromper e roubar  antes de servir à sociedade;

7)    – “jornalistas” independentes, que hoje “formam” (ou deformam) opinião nas redes sociais, capazes de jogar a Ética na lata do lixo por razões político-ideológicas...

E de outro lado, temos apenas:

1)    – presidentes como Donald Trump e Jair Bolsonaro que têm defendido o uso da hidroxicloroquina no tratamento da infecção pelo vírus chinês;

2)    – médicos e cientistas de verdade, em número bastante inferior (“Dos 400 mil médicos brasileiros apenas quatro mil assinaram um manifesto em favor do uso precoce da hidroxicloroquina!”, observou a médica Wilse Segamarchi);


3)    – Instituições sérias, como:

a)- o Instituto Mediterrâneo de Infecções, dirigido pelo infectologista dr. Didier Raoult, em Marsellha, França, salvando centenas de vidas e propagando pelo país e pelo mundo os seus experimentos de sucesso com hidroxicloroquina associada a azitromicina;

b)- o convênio de Saúde Prevent Senior, que tem como assinantes
nada menos de 25% da população idosa da Grande São Paulo (cerca de 20 milhões de habitantes),  que desenvolveu o primeiro protocolo de uso da hidroxicloroquina/azitromicina do Brasil...

4)    - alguns poucos jornalistas sérios, entre os quais modestamente me incluo, que fazem das redes sociais uma trincheira contra os ataques à hidroxicloroquina;

5)    – a internet como arquivo magistral de informações, disponível para quem desejar pesquisar e se informar sobre o assunto (quem digitar no Google a palavra cloroquina, recebe, instantaneamente, nada menos de 7 milhões de publicações que fazem menção à droga)...

        Sim, a hidroxicloroquina precisa ser muito poderosa para vencer esta guerra. E já é possível dizer que ela venceu, na medida que até a OMS, o grande baluarte do combate à droga, promete, contrariando tudo o que tem afirmado até agora, rever seus estudos sobre o assunto.

        Prenuncia-se, contudo, como uma Vitória de Pirro, pois todos os objetivos de quem planejou a Pandemia foram alcançados !

HISTÓRIA SERVE DE LIÇÃO

        Já se sabe que a história dessa guerra teve de tudo: ameaças, pressão exacerbada, destruição de reputações, atentados, assassinatos e até genocídios!

        Mas será necessário esperar por mais alguns meses para que se possa contá-la com maior exatidão.

        É preciso esperar, por exemplo, como informa o professor João Tilly, ativista do Chega, mais importante partido conservador de Portugal, que o FBI conclua as investigações da transferência dos Estados Unidos para Wuhan, na China, do laboratório de estudos do Coronavirus (não do atual, mas dos anteriores).

        O que se sabe, por enquanto, é que a transferência, ainda segundo João Tilly, a um custo de 3,7 bilhões de euros, foi feita por determinação de Barack Obama e executada pelo Instituto de Alergias e Doenças Infecciosas, dirigido pelo infectologista Anthony Fauci, atual assessor de Donald Trump na gestão da Pandemia, no momento em que o Congresso Americano proibia a continuidade das atividades do laboratório no país.

        O FBI, segundo João Tilly, investiga não apenas o elevado custo dessa transferência, que permaneceu oculta até há três semanas atrás, mas também a destinação de nada menos de 32 bilhões de euros para o Instituto ao longo da gestão Obama.

CÚPULA UNIDA CONTRA A DROGA

        Amigo de Bill Gates, o Homem das Vacinas, Fauci foi uma das primeiras vozes a se erguer contra a cloroquina no Planeta: “Ela produz fortes efeitos colaterais !”, ele bradou para desestimular o seu presidente a continuar com o discurso em favor da droga.

        Anthony Fauci foi também, como Bill Gates, um defensor intransigente do isolamento social como único meio de combater o Virus de Wuhan.

        É preciso esperar também para saber se houve ou não o dedo de Fauci na pesquisa, finalizada em fins de abril, com veteranos do exército dos EUA, já apontada como o primeiro grande atentado contra a hidroxicloroquina no Planeta.

PRIMEIRO ATENTADO


        Nada bate com coisa alguma nos resultados da “pesquisa” que  apontou que a taxa de letalidade de pacientes  que tomaram o remédio foi de 28%; entre os que não tomaram, o índice de mortos foi de 11%.

        Sabe-se que os pacientes estavam hospitalizados, o que sugere que já se encontravam em estágio avançado da infecção, quando a droga perde grande parte de sua eficácia.

        Não veio a público sequer o protocolo utilizado, se é que o estudo ocorreu baseado em algum critério científico adequado.

        Nessa mesma época, o hospital Santa Maggiori, da Prevent Senior, em SP, uma das primeiras casas de saúde do mundo a desenvolver um protocolo de uso da hidroxicloroquina/azitromicina, alcançava 100% de cura de pacientes idosos tratados na fase inicial da infecção.

        Já fazia sucesso com o uso das mesmas drogas na fase inicial, o infectologista Didier Raoult, Médico do Polo de Doenças Infecciosas de La Timone e Diretor do Instituto Mediterrâneo de Infecções de Marselha (França), um cientista de verdade que sai desta Pandemia ainda mais fortalecido do que entrou.

DIDIER, UM GRANDE CIDADÃO

        Desde o momento em que ele mesmo propagava aos quatro ventos os seus resultados clínicos extraordinários (seus vídeos no Youtube têm mais de um milhão de visualizações por dia), começou a receber todo tipo de ameaça – Didier Raoult  foi caluniado, achincalhado, amaldiçoado.
Sua resistência comoveu a França, e por que não dizer ?, o Planeta.

        "Não tenho o direito de não usar o único tratamento que até agora se mostrou bem sucedido. Estou convencido de que, no final, todos usarão esse tratamento...", afirmou o hoje venerado Didier Raoult.

        Foi severamente questionado sobre as razões de usar uma droga ainda não referenciada pela ciência e ele contra-atacava, dizendo:

        - Eu, como qualquer médico, uma vez demonstrado que um tratamento é eficaz, acho imoral NÃO administrá-lo. É simples assim !

        Ainda em fins de março nocauteou seus primeiros adversários numa célebre entrevista ao Le Parisien, declarando:

        - O problema neste país é que as pessoas que falam são de total ignorância. Eu fiz um estudo científico sobre cloroquina e vírus, há treze anos atrás, que foi publicado. Desde então, outros quatro estudos de outros autores mostraram que o coronavírus é sensível à cloroquina. Tudo isso não é novo. É sufocante que o círculo de tomadores de decisão nem sequer seja informado sobre o estado da ciência. Sabíamos da eficácia potencial da cloroquina em modelos de cultura viral. Sabíamos que era um antiviral eficaz. Decidimos em nossas experiências adicionar um tratamento com azitromicina [um antibiótico contra pneumonia bacteriana] para evitar infecções secundárias por bactérias. Os resultados foram fantásticos em pacientes com Covid-19 quando a azitromicina foi adicionada à hidroxicloroquina.

UM SEGUNDO ATENTADO

        Ainda em março, as atenções dos quatro homens (Anthony Fauci, Barack Obama, Bill Gates e Thedros Adhanom, ) se voltavam para a América Latina e era preciso algo ainda mais contundente contra a “maldita droga”, a grande ameaça.

        Com certeza, recorreram a seu grande aliado brasileiro, o então ministro da Saúde de Jair Bolsonaro, o médico e deputado do DEM, Henrique Mandetta.

        Há evidências de que Mandetta havia sido pautado pelo Alto Comando da Operação. Em menos de um mês coordenou e executou o que hoje já é conhecido por Atentado de Manaus, um dos mais tristes, sujos e vergonhosos episódios desta Pandema !


        Aconteceu assim: com ajuda de “cientistas” da Fiocruz* (laboratório da Fundação Oswaldo Cruz, mantida pelo Ministério da Saúde), Mandetta mandou realizar um teste da cloroquina em Manaus, onde o surto da infecção se intensificara.

        Pelo menos quatro funcionários da Fiocruz  tiveram participação efetiva no Atentado: o secretário de Vigilância Sanitária, Wanderson Cleber Oliveira; o chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, Camile Sachetti; o secretário de Ciência e Tecnologia, Denizar Vianna e o “virologista” Marcos Lacerda que fez, digamos assim, o *Protocolo da Operação*...

        Separaram 40 pessoas infectadas em Manaus e em vinte delas aplicaram doses cavalares de CLOROQUINA (fármaco muito mais forte que a hiroxicloroquina), doses, já foi descoberto, mais de doze vezes maiores que as usadas para tratamento de malária na fase aguda.

        Pelo que se sabe, morreram 22 pessoas !!!

        Há informações seguras de que a Fiocruz e a Fundação que o mantem foram aparelhadas pelo PT, o partido que, tão logo  conhecidos os “trágicos efeitos colaterais” da droga nos “testes” de Manaus, entrou  com uma petição junto ao STF tentando impedir o presidente Jair Bolsonaro de indicar a hidroxicloroquina no tratamento da infecção pelo vírus chinês.

TERCEIRO ATENTADO

        ”A mais importante revista científica do mundo, The Lancet, matou a charada.

        Publicou hoje (22 de maio) a mais aprofundada pesquisa médica sobre o uso de cloroquina e afins para combater a Covid-19.

        O resultado é o que se esperava: cloroquina não combate a Covid-19 e causa delicados efeitos colaterais. Mata gente.

        Na pesquisa, entre os que receberam só cloroquina ou hidroxicloroquina, 1 em cada 6 pacientes morreu.

        Entre os que receberam cloroquina ou hidroxicloroquina com macrólidos, 1 em cada 5 pacientes morreu.

        A maior taxa de letalidade foi medida em pacientes que receberam a hidroxicloroquina combinada com antibióticos:

8% dos pacientes morreram (502 pessoas em um grupo de 6.221), enquanto a letalidade no grupo placebo foi de 0,3%.

        Quer dizer, a cloroquina mata mais que a Covid-19.

        O dr. Mandeep Mehra, diretor do Brigham and Women's Hospital Center of Advanced Heart Diseases, em Boston, chefe do estudo, disse:

        "Este é o primeiro estudo em larga escala a encontrar evidências robustas de que o tratamento com cloroquina ou hidroxicloroquina não traz benefícios a pacientes com Covid-19."
End of story, talquei?”

       
E ATENÇAO !!!  Essas 28 linhas  que você acaba de ler não são minhas. Foram publicadas no Facebook no dia 22 de maio pelo “jornalista” Carlos Marchi no mesmo dia em que a revista britânica The Lancet lançou mais esse vergonhoso e genocida ataque à hidroxicloroquina...

        Dessa data em diante, fiz visitas diárias à página desse “jornalista” para ver se ele tinha a honradez e algum respeito a seus leitores, divulgando também tudo o que aconteceu com essa pesquisa: só que não !

        Numa demonstração da desonestidade intelectual das pessoas que atacam o presidente e tudo aquilo que ele sugere, Marchi não publicou uma só linha dos fatos que se sucederam à divulgação da pesquisa... Agindo sob pressão da banda séria da Comunidade Científica Mundial, vários de seus autores pediram que a revista  despublicasse o artigo, o que foi feito mais recentemente...

        A The Lancet tem uma história de mais de 200 anos na divulgação de assuntos médicos. Qualquer jornalista sério, estaria se perguntado o que teria levado uma publicação como essa a, de repente, enterrar sua esplêndida biografia numa montanha de lixo.

UM "AMIGO"

        Carlos Marchi já foi meu amigo no Facebook. Ele me excluiu e me atacou com um comentário ofensivo, chamando-me de “dedo duro” porque publiquei um texto em que denunciava “jornalistas” da Globonews por receberem dezenas de milhares de reais para dar palestras ao público da Fecomércio do RJ durante a gestão de um empresário com ligações com o ex-governador Sérgio Cabral.

        Talvez o “jornalista” Carlos Marchi não soubesse que a Fecomércio pertence ao Sistema S e grande parte de seu orçamento vem dos cofres públicos.

        Mas o que se pode esperar de saudável de um cidadão que se avassala ao sentimento torpe do corporativismo ?


   



Pela ordem, Barack Obama; Anthony Fauci; Bill Gates e Tedros Aghanom....

04/06/2020

UM PLANETA DE JOELHOS EM REVERÊNCIA A GENOCIDAS


Por Dirceu Pio

        Eu mesmo leio o que escrevi abaixo e sinto medo: até há pouco tempo, era inimaginável que fossem capazes de fazer tanta crueldade, mas fizeram ! Precisamos passar o planeta a limpo !

         -DE 2000 A 2017-

        Já transformado no “Rei das Vacinas”, Bill Gates resolve acabar com a poliomielite na Índia. Sob o lema “a saúde dentro de uma seringa”, submete milhares de crianças à sua vacina. Antes de terminar a campanha já enfrentava denúncias de que a seringa continha em verdade doenças: 


        - Nada menos de 490 mil crianças vacinadas desenvolveram pólio e ficarão com graves sequelas pelo resto da vida, denunciou o seu conterrâneo Robert F. Kennedy Jr.

        Já a  famosa Ong britânica Save The Children, uma instituição internacional respeitada no trabalho de assistência infantil, começou a dizer que Bill Gates tem se concentrado em distribuir novas vacinas de alto custo e não tem feito nada para combater as doenças mais comuns nos países em desenvolvimento.

        Há uma reação mundial, lenta, mas vigorosa, contra as vacinas de Bill Gates, já colocadas sob suspeição: agora mesmo, no Parlamento Italiano, soou a voz da deputada Sara Cunial acusando Bill Gates de ter esterilizado 2 milhões de mulheres na África e de estar desenvolvendo uma vacina contra o Covid-19 capaz de conectar seres humanos com faixas de ondas produzidas pela nova tecnologia 5G e assim controlar a vida das pessoas...


       Tudo pode não passar de mais uma dessas lendas que incendeiam a internet, mas na verdade já é impossível dissociar a imagem do criador do Windows com os trágicos acontecimentos que veremos a seguir...

                   -23 DE MAIO 2017-

        O etíope 
Tedros Aghanom Ghebreyesus é eleito diretor-geral do Conselho Executivo da Organização Mundial da Saúde. 

       Enquanto tomava posse, eclodiram várias manifestações de protesto na Etiópia, onde milhares de pessoas jamais vão se conformar com suas atitudes durante o longo período em que foi Ministro da Saúde no país:  

       -Tedros  se negou a admitir que a Etiópia enfrentava graves surtos de cólera, que ele chamava de simples ‘diarréia aquosa’...Quando a ong Médicos sem Fronteira entrou no país para ver de perto o que acontecia trombou com um cenário dantesco: duas etnias etíopes haviam sido devastadas pela cólera, denunciou o professor João Tilly, ativista do partido conservador  português, Chega.

                    -OUTUBRO DE  2019-

        Bill Gates reaparece, através da sua fundação Bill  & Melinda Gates, como patrocinador do evento 201, realizado em parceria com a Johns Hopkins Center for Health Security e o Fórum Econômico Mundial, em Nova Iorque. 


      Foi um evento premonitório: os participantes realizaram um exercício multimídia sobre o que uma nação deve fazer para enfrentar uma Pandemia !

       Agora vejam que interessante: de acordo com a descrição fornecida no vídeo do evento, o vírus fictício usado no exercício foi denominado Síndrome Pulmonar Associada ao Coronavírus (CAPS, na sigla em inglês).


      A história criada para a simulação relata que o “vírus”, que se “espalhou” pelo mundo, surgiu no Brasil, onde foi transmitido de porcos para humanos, provocando sintomas respiratórios que iam desde leves gripes a pneumonias severas.

                          -OUTUBRO DE 2019–

        O ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, participou no Rio de Janeiro da 20ª Reunião Geral Anual da Rede de Produtores de Vacinas dos Países em Desenvolvimento (DCVMN, na sigla em inglês). 


        O encontro contou com a participação da diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Carissa Etienne, além de representantes da Organização Mundial da Saúde, da Unicef, da Fundação Bill & Melinda Gates, dentre outras instituições.

     Consta que Mandetta saiu entusiasmado do encontro, tanto que teria reservado no orçamento do ministério uma contribuição superior a 100 milhões para a Fundação Bill & Mellinda Gates desenvolver suas vacinas.


                     -17 DE NOVEMBRO DE 2019 (OU OITO DE           DEZEMBRO DE 2019)-

        É revelado o primeiro caso do novo coronavirus em Wuhan, China. 


       Começaria então um grande teatro que iria abalar o planeta dali a poucas semanas: tudo pareceu meticulosamente planejado para assustar – pessoas caiam na calçada, homens  de máscaras esguichavam água pelas paredes de edifícios, ruas e calçadas; ambulâncias em alta velocidade e sirenes ligadas; hospitais de campanha eram levantados em 10 dias; mídias sociais eram inundadas por  vídeos em que chineses usavam hachi para comer filhotes de morcegos vivos...

       E assim, como na inauguração de um grande evento esportivo, a China exportou o seu pacote completo – além de um vírus letal e insidioso, uma só tática eficaz para combatê-lo - o isolamento social, horizontal, com direito a recessão e miséria.

                      -11 DE MARÇO DE 2020-

        A OMS de Tedros Aghanom declarou que o mundo estava em Pandemia. 


      Ter um parceiro leal, um homem que chegava a se curvar para cumprimentar o poderoso Ji Jinping,  à frente da maior organização de Saúde mundial, era tudo o que a China desejava e precisava para as circunstâncias.

        A OMS impôs ao mundo, muito provavelmente orientada pela China, a mesma tática de combate empregada em Wuhan, importando até mesmo o jeito do Partido Comunista Chinês de fazer as coisas - ditatorial, impositivo, sem diálogo sequer com as lideranças comunitárias envolvidas.

        Tedros fez ainda mais: graduado em biologia, pesquisador de malária reconhecido internacionalmente, conhece a cloroquina, a droga que é usada em seu país e pelo mundo afora, tanto para prevenir como para curar a malária.

        Com certeza, sabe que a cloroquina tem sido usada com grande eficácia no combate precoce do coronavírus pandêmico, sabe que os chamados efeitos colaterais da droga são pura cortina de fumaça imposta em parte pela China, interessada na recessão mundial, em grande parte pelas farmacêuticas que numa mistura pusilânime de comércio com saúde pública, tornaram-se fortes financiadoras da OMS.

        Tedros e seus aliados no comando da OMS, entre os quais está a sanitarista curitibana, Mariângela Batista Galvão Simão, ex-assessora de Lula em Saúde Pública, fizeram de tudo para destruir a reputação da droga.



                     -23 DE JANEIRO DE 2020 (OU 26 DE FEVEREIRO)-

         Numa dessas duas datas, depois de fazer estragos na Itália, Espanha e em vários países europeus, a presença do novo coronavirus era registrada no Brasil, mais especificamente no Hospital Albert Einstein, em S. Paulo, Capital.

         O mais interessante foi notar que o médico e deputado do DEM, Henrique Mandetta, nomeado Ministro da Saúde por indicação do então aliado do presidente Jair Bolsonaro, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, assumiu  a gestão da Pandemia como quem estivesse programado e orientado para a missão !

        Em menos de um mês fechou questão em torno do isolamento social, horizontal nos moldes propostos pela OMS e defendido também por Bill Gates; apoiou a rebelião dos governadores contra o governo federal; fechou os olhos para as arbitrariedades registradas nos estados; tabelou com Dias Tófolli, também  presidente CNJ, e ambos assinaram uma autorização que permite a governadores enterrar pessoas sem diagnóstico e atribuir a causa mortis ao Covid-19.

        Não bastasse nada disso e percebendo que a bendita cloroquina, ainda mais porque defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, poderia ameaçar o plano diabólico de produzir no país a maior recessão de sua história, coordenou a operação, hoje chamada de Atentado de Manaus, para matar nada menos de 22 pessoas com overdose da droga !


        E fez mais: sequestrou a hidroxicloroquina (derivado mais suave da cloroquina) de todas as farmácias do Brasil. Com certeza, já sabia que a hidroxicloroquina só produz ótimos resultados se empregada no início da infecção, de modo que deixou aos pacientes brasileiros uma herança macabra !


         Até recentemente, o Ministério da Saúde manteve em seus sites como orientação aos governadores e prefeitos um protocolo baseado no emprego de tamiflu e dipirona na fase inicial da infecção, levando milhares de pacientes a perder o momento de uso da hidroxicloroquina capaz de reverter a infecção em poucas horas.

 
      Parece inacreditável, mas até hoje os Estados de S.Paulo e Rio de Janeiro, que sempre lideraram as estatísticas de óbitos, mantem o Protocolo da Morte.

               -15 DE ABRIL DE 2020-

        Por unanimidade, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) acolheu a ação apresentada pelo PDT (o partido mais alinhado com o Partido Comunista Chinês no Brasil)  contra vários dispositivos da Medida Provisória 926 de 2020, que atribuiu à Presidência da República a centralização das prerrogativas de isolamento, quarentena, interdição de locomoção e de serviços públicos e atividades essenciais durante a pandemia.


      E assim, numa operação  que parece ter sido orquestrada, foi aberto o caminho para o surgimento do que hoje é chamado de “bloco de governadores” contra a orientação do governo federal em quase todas as grandes decisões na gestão da Pandemia.

              -29 DE MAIO DE 2020–

        Donald Trump rompe definitivamente a relação dos EUA com a OMS acusando a organização de ser controlada pela China e denunciando que ela mentiu e escondeu informações estratégicas para os países membros poderem lidar melhor com a crise.


       O curioso é notar que os EUA saíram por uma porta e o Rei das Vacinas entrou rapidamente pela outra. O professor João Tilly, do Chega, português, tem um vídeo que mostra em detalhes a assustadora movimentação de verbas milionárias, de Bill Gates e de praticamente todas as grandes farmacêuticas do mundo, produtoras de vacina, para suprir o rombo deixado pelos Estados Unidos na manutenção da OMS: 


      - Os EUA, na soma das contribuições efetivas e voluntárias, repassaram à OMS em 2019 nada menos de 893 milhões de dólares, diz João Tilly para, em seguida, perguntar: e a China, qual a contribuição da China para merecer a vassalagem  de Tedros ? Pasmem: a China doa à OMS apenas 6 milhões de dólares, ou seja, 142 vezes menos que os Estados Unidos.


       João Tilly prossegue:


      - As contribuições de Bill Gates já somam hoje mais de 800 milhões... e as farmacêuticas – todas elas – têm um papel importante no orçamento anual da OMS de cerca de 2 bilhões. Em 2019, Tedros gastou em viagem pelo mundo nada menos de 200 milhões de dólares...

            -16 DE ABRIL DE 2020–

        Henrique Mandetta é demitido do Ministério da Saúde por decisão do presidente Jair Bolsonaro. 


        O oncologista Nelson Teich assumiu o seu lugar mas manteve o Protocolo da Morte. Foi também demitido por Bolsonaro.

        Na gestão do interino, o general Eduardo Pazuello, foi finalmente substituído o Protocolo da Morte por outro que orienta governadores e prefeitos a adotar o tratamento precoce das infecções com hidroxicloroquina. 

        Nos estados em que o novo protocolo foi adotado, começou a haver uma instantânea e acentuada queda no número de óbitos.



Ji Jinping, Tedros Aghanom, Bill Gates e Henrique Mandetta...
Bolsonaro com uma caixinha de cloroquina na mão

Bolsonaro e governadores