14/09/2017

UM LIVRO QUE PRETENDE SER ÚTIL

Já está disponível nas principais livrarias do país, o meu livro “A Força Transformadora da Comunicação Interna”, no formato e.book, editado pela “simplíssimo.com”... O título é uma reverência àquela que eu considero a mãe de todas as comunicações do ambiente corporativo...


A editora pediu-me que sintetizasse a obra em três linhas e eu escrevi: “Em apenas 160 páginas, este livro corrige a imensidão de erros e equívocos que ameaçam de morte a comunicação empresarial… É perigoso não ler!”


Escrevi convicto e inspirado no que se observa nas bibliotecas virtuais (Google,Yahoo, como exemplos), onde se pode ler milhões de referências (artigos, ensaios, monografias, comentários, textos explicativos, definições, monografias, discursos, etc) com números também espantosos de conceitos errados sobre comunicação corporativa ou profissional...


E isto tem causado uma verdadeira tragédia na comunicação empresarial, pois ninguém consegue corrigir uma prática que não sabe o que é e nem como deve funcionar...


Coloco neste livro tudo o que aprendi na vida em comunicação profissional… Passei vários anos observando e estudando o assunto até que, mais recentemente, incentivado por pessoas que já leram meus apontamentos, resolvi compartilhá-los ...


Sei que para muitos de vocês, a leitura será maçante por mais que eu tenha me esforçado em dar ao texto leveza e coloquialidade...


Já observei o impacto do livro sobre estudantes e jovens no começo ou na metade da carreira profissional… Sei dizer que o livro funciona e é transformador de comportamentos e atitudes no trabalho, no dia-a-dia das corporações! Acreditem!


No link abaixo vocês podem acessar a página do livro no site da "simplíssimo" e adquiri-lo… Trechos de alguns capítulos estarão lá a sua espera...

Compartilhem, ajudem a divulgar....





06/09/2017

Fim dos jornais: desafios do novo negócio!

Donos de jornal presenciam perplexos o desmoronamento do velho, lucrativo e confortável negócio e se comportam como borboletas perdidas na tempestade! No desespero, alguns me perguntam o que fazer e eu não tenho uma resposta pronta porque também sou tomado pela perplexidade!


Sei dizer apenas algumas coisas que “não se deve fazer” e acrescento as coisas que “eu faria”,  se estivesse no comando de alguma mídia impressa neste momento de crise aguda, crise de transição entre o modelo de negócio antigo para um novo e ainda indefinido modelo! Eu as faria, ainda sem a certeza de atirar no alvo certo.


Coisas que, a meu ver, não devem ser feitas:


1ª.)- Ficar parado! - A paralisia e a inércia serão duramente castigadas pela velocidade das transformações em curso! Num mundo em que todos se mexem, é preciso se mexer também pra não ficar pra trás!


2ª.)- Trabalhar de costas viradas para as vertiginosas mudanças em Tecnologia de Informação! - Há que monitorar o novo mundo, assimilar conhecimento sobre as milhares de experimentações que acontecem em todo o Planeta!


3ª.)- Ter medo de atirar! - A ordem é apertar o gatilho muitas e muitas vezes! Experimentar! Selecionar os experimentos bem sucedidos e assim se preparar para definir seu novo modelo de negócio!


4ª.)- Titubear na hora de adequar os custos das novas operações! -  Por mais bem sucedida que seja sua inserção no novo modelo, ela não produzirá, de saída, a mesma receita e a mesma rentabilidade de antes...melhor se preparar para um regime de rédeas curtas em custos e gastos...


6ª.)- Titubear em tirar de circulação mídias impressas deficitárias ou em vias de se tornarem deficitárias... - Você sabe que manter uma mídia impressa significa muito desembolso em curto espaço de tempo… pense em que as antigas receitas dificilmente retornarão...Não trabalhe no vermelho!


7ª.)- Abandonar ou esquecer as marcas antigas. - Há que carregar as antigas marcas e usufruir, indefinidamente, da carga de credibilidade e visibilidade que elas transportaram e acumularam durante muito tempo... Errou a Folha de Londrina, do Paraná, ao adotar para o seu serviço de notícias no meio digital um outro nome – Bondenews – sem nada que lembre a  antiga marca que circula diariamente há 68 anos!


8ª.)- Preocupar-se com os assuntos miúdos e tratá-los como assuntos miúdos... - Erra o serviço eletrônico da gaúcha Zero Hora ao dar a um assunto de trânsito em Porto Alegre a mesma importância da notícia sobre a prisão de políticos do Estado por desvios em obras públicas… Há que “nacionalizar” a pauta e transformar o “local” em “nacional” -  via contextualização… É preciso encontrar algum jeito de transformar uma notícia de trânsito em Porto Alegre numa boa matéria de “problemas urbanos” que possa ser lida com interesse por qualquer morador de qualquer cidade do mundo!


9ª.)- Nunca se esquecer de que o digital rompe todas as barreiras do regional e que a mesma notícia deve ser lida com o mesmo interesse pelo morador da periferia de Porto Alegre e pelos moradores de Manaus, Pequim, Dubai, simultaneamente...


10ª.)- Nunca se esquecer de que a época de fazer a notícia chegar ao leitor está no fim ... - No digital, o leitor estará lá à espera do que você vai lhe oferecer...só não lhe mande o prato requentado do analógico, do antigo-de-sabor-ruim...O digital é o mundo da criatividade e da inovação...


EU FARIA ASSIM


Coisas que “eu faria” se estivesse no lugar de um desses empresários ou tivesse de encarar o desafio de montar uma nova plataforma digital:


1ª.)- Promoveria treinamento intensivo de toda a equipe...é necessário que todos que vão participar do novo desafio estejam preparados para o embate e imbuídos de uma clara compreensão de metas, objetivos, estratégias...   De saída, indico aqui seis palestrantes, a meu ver indispensáveis para dar início ao jogo da nova plataforma:


a)- Rodrigo Lara Mesquita - além de ter sido o CEO da Agência Estado, é uma das pessoas do Brasil que mais entendem e estudam as transformações que se processam no mundo da informação...


b)- Demi Getsko, o maior conhecedor da internet no Brasil...


c)- Renato Cruz, o dono e criador da inova.jor, uma agência de notícias que monitora as inovações tecnológicas do setor empresarial....


d)- Moisés  Rabinovich, jornalista, ex-correspondente internacional...pode ensinar como fazer o monitoramento de tendências das mídias internacionais...


e)- Oscar Motomura, presidente e fundador da Amana-Key, especializada em inovações radicais em gestão...


f)- Sergio Kulpas, jornalista, autor de dois boletins diários sobre transformações de mídia no Brasil e no mundo...


2ª.)- Escalaria alguém bem preparado pra monitorar as transformações e experimentos da mídia digital em todo o mundo! Esse profissional deve ter condições de identificar e compor parcerias estratégicas no Brasil ou em qualquer parte do planeta!


A ideia é a mesma adotada pela Agência Estado, empresa do Grupo O Estado de S. Paulo, nos anos 1990, da qual fui executivo  de vendas e marketing.


Uma das primeiras providências do diretor geral, Rodrigo Lara Mesquita, foi instalar um núcleo de monitoramento das transformações que ocorriam nas plataformas de difusão de informações: o mundo saía do tempo diferido para entrar no tempo real (realtime) e as antigas agências de notícias transformavam-se em “agências de informações”.


Foram também, como agora, mudanças viabilizadas pela evolução das tecnologias de informação: entrávamos  na “Era dos Informadutos”, tal qual fora descrita pela Universidade de Navarra, na Espanha.


Enquanto as agências de notícias forneciam conteúdos para a mídia impressa, as agências de informações, graças à nova tecnologia de transmissão de dados, forneciam conteúdos para empresas e mesas de operações financeiras. Eram conteúdos distribuídos já com grande agilidade e serviam para tomada de decisão de compra e venda de ativos financeiros!


A Agência Estado transformou-se em “case de sucesso” ainda na década de 1990 e, sob comando do jornalista Júlio Moreno, o núcleo de monitoramento, chamado de Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento, teve um papel fundamental na decolagem fulminante do projeto. Funcionava como uma bússola, identificando experimentos bem sucedidos e indicando parcerias estratégicas em todo mundo.


3ª.)- Reuniria toda equipe (quando eu digo “toda”, é toda mesmo, ou seja, todas as pessoas que serão envolvidas nas operações da nova mídia, não importa a função) para, no regime de “brainstorm”, identificar e hierarquizar “os nossos mananciais”.


O que eu chamo de “nossos mananciais” ? São os temas que mais vão  oferecer pauta para o novo “serviço digital de notícias” e assim permitir que eu:


a)- Produza diferenciais de cobertura


b)- Faça um serviço relevante


c)- Faça um serviço útil


d)- Faça um serviço interessante para muitos, independentemente do local onde se encontrem e vivam...


Um serviço que nasça, por exemplo, em Curitiba, não pode deixar de dar uma cobertura sistemática à Lava Jato; tem por obrigação ser o serviço mais especializado no assunto do País...da mesma forma, por estar em Curitiba, tem por obrigação gerar ótimos conteúdos em cidade, urbanismo, transporte público... Lava Jato e Urbanismo, entre vários outros, são dois “mananciais importantes” de um serviço curitibano...


Já um serviço que nasça em Campinas (SP) deve ter uma editoria forte em indústria (pra quem não sabe, a região de Campinas é o segundo polo brasileiro em produção industrial)...Campinas permite ainda uma boa cobertura em pesquisa científica (Esalq, Unicamp, Puc) e em desenvolvimento tecnológico (CPQD, IBM, Motorola, etc...). Campinas deve ainda ser forte na geração de conteúdos em comportamento (vida em condomínios),  arquitetura, etc. etc. etc.


Um serviço que nasça em Santa Catarina ou no Rio Grande do Sul precisa ser forte em turismo, em agricultura, em pesca, psicultura, empreendedorismo, como exemplos...


Cada Estado, cada região, cada cidade, tem os seus “mananciais” e a ordem é identificá-los e hierarquizá-los, ou seja, classificá-los por grau de importância editorial, tudo feito num esforço coletivo...


A ideia de reunir a equipe para a  concepção do novo projeto é importante para se obter comprometimento, pois as pessoas não se comprometem com aquilo que lhes é imposto de cima para baixo...em outras palavras, não há comprometimento quando não há comunicação, transparência, participação, espírito democrático de trabalho...Lembrando que a falta de comprometimento é a porta de entrada para o fracasso...


4ª)- Passaria a operar, desde o início, no regime multimídia – texto, foto, ilustração, voz e vídeos !


5ª.)- Criaria um alentado grupo de DIFUSORES dos meus conteúdos...abriria contato com algumas centenas de pessoas bem posicionadas e ativas em certas redes sociais – Facebook, Twiter, como exemplos – e proporia um acordo que passe por:


a)-  Eu repasso meus conteúdos pra você e você os compartilha com exclusividade em sua região/cidade


b)- Você poderá me sugerir algumas pautas ou me pedir para levantar alguns assuntos do seu interesse dentro de determinadas condições


c)- Após seis meses deste acordo, sentaremos para negociar alguma remuneração para seu trabalho de divulgação


6ª)- Criaria um núcleo comercial baseado fortemente em inovação...Caberia a esse núcleo identificar  parceiros estratégicos que possam acompanhar meu serviço de notícias e aceitem dividir comigo seus resultados...


É bom prestar atenção em O Antagonista, o site de notícias que carrega alguns parceiros, como dois programas de orientação financeira (Empiricus e Inversa) e um programa de saúde (Jolivi)... Não se sabe qual a relação comercial existente entre eles, mas o que se observa é que  a publicidade dos parceiros envolve e cavalga a notícia, como no rádio...


Outra função desse núcleo seria observar a onda de inovações de publicidade disparada pelo desenvolvimento da internet e alimentar a comercialização com ideias e novos produtos...

Há alguns meses atrás eu mesmo, em artigo neste blog, escrevia sobre um vídeo (ver abaixo) que se pode encontrar no  Youtube, onde três dançarinos – duas moças e um rapaz -  bailavam ao som de uma música de Marília Mendonça, “Meu Cupido é Gari”... a dança terminava e os três se transformavam em modelos de uma grife, tudo muito agradável, inspirador e revelador das mil possibilidades da internet...


Banca de jornais e revista, símbolo de um mundo ameaçado...

Vídeo que sintetiza a capacidade da internet de dar vazão à criatividade...

28/08/2017

Marcia Friggi, PT, Lula e Lulinha

Convido a todos, meus amigos e amigas, a fazer uma visita rápida à página de Márcia Friggi no Facebook; para quem não sabe, Marcia Friggi é a mulher que se diz professora de uma escola de Indaial, Santa Catarina, agredida na semana passada por um menino de 15 anos que diz ser seu aluno!


Na página, gostaria que vocês observassem algumas coisas: primeiro que ela, capciosamente, apagou todos os posts antigos que retratavam o seu “estilo” de fazer política; depois, observem o número de compartilhamentos dos posts mantidos, todos eles referindo-se ao episódio da agressão: há muitos com mais de 300 compartilhamentos e um deles, de uma crônica da filha em solidariedade à mãe, recebeu nada menos de 1102 compartilhamentos (até o dia 31- 08)...


Lembro que se uma boa parte dessas 1102 pessoas que compartilharam produziu novos subcompartilhamentos, chegaremos a uma audiência de milhões!


Resumo: o caso dessa militante agredida por um menino de 15 anos e que expos o rosto ensanguentado na internet casou como uma luva ao esforço do PT de impor ao Brasil uma nova Ética, uma Ética que poderíamos chamar de Lulopetista....


Experimentem criticar a militante ou dizer que ela mereceu a surra que levou para ver o que vai lhe acontecer: você vai ser chamado de “energúmeno”, de “golpista”, de “neonazista”, aliás ela mesma usou essa expressão para qualificar os jornalistas que a entrevistavam em Santa Catarina e lhe fizeram perguntas óbvias, mas indesejáveis...


SORDIDEZ ÀS OCULTAS


Num dos posts que ela tirou do ar, Marcia Friggi mandava “tomar no cu” (sic) todos aqueles que andaram criticando a aposentadoria fraudulenta de Dilma Rousseff...o cadastro da ex-presidente no INSS sofreu 16 adulterações e, no exercício do cargo, mandou um de seus ministros e uma secretária particular furar a fila e, sigilosamente, obter o documento que comprovava o direito de receber a pensão…


Em outro post, também retirado do ar, ela informava data e horário da presença do prefeito João Dória em Recife, recomendando que todos reservassem ovos para atirar nele...Na mesma entrevista em que chamou seus entrevistadores de neonazistas, ela diz que atirar ovos em opositores é “revolucionário”!


No mesmo instante que  incitava Recife  a atirar ovos em João Doria, seu ídolo e líder supremo, Luiz Inácio LULA da Silva, saía em caravana pelo Nordeste, ora acompanhado por Dilma Rousseff, ora acompanhado por Renan Calheiros e sempre ao lado da solerte senadora Gleisi Hoffmann, incumbida de transmitir imagens ao vivo dos deslocamentos do Chefe...


Lula desfila em caravana pelo Nordeste e tenta mostrar força popular e assim impor sua candidatura a presidente em 2018...


Marcia Friggi apoia Lula, Dilma apoia Lula,  Gleisi e Renan apoiam Lula e todos, ao lado de uma militância indecente, querem impor ao Brasil uma nova Ética...


QUEM QUER COMPRAR ?


Uma nova Ética que nos faça aceitar como normal e justa uma aposentadoria fraudulenta; que nos faça aceitar que atirar ovos em opositores é revolucionário, e que...


-  Nos faça aceitar como normal que se pode roubar à vontade em campanha pra chegar ao poder, como fez Dilma Rousseff...


- Que nos faça aceitar como normal a compra pela Petrobras de uma sucata chamada Pasadena com prejuízos de quase dois bilhões de reais...Lembro que a compra foi só pra agradar o dono da sucata, o empresário belga Alfred Frére, amicíssimo de Lula e Dilma...


- Que nos faça aceitar como normal que dois empresários de Goiás, os irmãos Batista, de conduta ética suspeitíssima, recebam bilhões e bilhões de financiamento do BNDES...


- Que nos faça aceitar como  normal o desenvolvimento de obras públicas (Refinaria Abreu e Lima, Estádio Mané Garrincha, Arena Corinthians, etc etc etc) com superfaturamento de bilhões e todo tipo de desvio...


- Que nos faça aceitar como normal que o sobrinho da mulher do presidente da República (Taiguara Rodrigues dos Santos) embolse 34 milhões de dólares – ou mais - em obras fraudulentas em Angola financiadas com recursos do governo brasileiro...http://veja.abril.com.br/brasil/sobrinho-de-lula-faz-fortuna-com-negocios-em-cuba-e-na-africa/


- Que nos faça aceitar como normal que o filho do presidente, o famoso Lulinha, tenha movimentado em suas empresas – todas elas de fachada – a soma astronômica de 350 milhões de reais entre 2015 a 2016...


Observem que eu não me referi nem ao triplex do Guarujá e nem ao sítio de Atibaia onde o grande ídolo da moça agredida enfiou mais alguns milhões de propinas enviadas pelas empreiteiras (Odebrecht, OAS) onde Lula e Dilma tinham conta corrente...


Essa é a Ética que eles tentam nos impor e vender...há alguém aí com disposição e estômago para comprá-la?


Olha aqui, Márcia Friggi, não digo que você mereceu apanhar, mas afirmo que você deveria estar presa por ser cúmplice de tanta bandalheira...

João Doria levando um ovo na testa

Lula abraçado com Renan, ambos em caravana pelo Nordeste...

Lulinha, um garotinho esperto !

Marcia Friggi, o mau exemplo para os professores do Brasil....



23/08/2017

AINDA O CASO DA “PROFESSORA” AGREDIDA

O assunto bombou nas redes sociais: uma “professora” de Indaial, Santa Catarina, foi esmurrada por um “aluno” de 15 anos e exibiu o rosto ensanguentado em sua página do Facebook, servindo-se de exemplo para falar da vida de riscos, desprezo e sofrimento dos professores brasileiros!


Até o site de notícias O Antagonista entrou na briga com uma nota “jornalística” pra chamar de energúmenos quem disse que ela mereceu apanhar por ser de esquerda...


Pra inicio de conversa, explico as aspas que usei até aqui: as primeiras aspas recaíram sobre o termo professora. Por que, Marcia Friggi, a vítima dessa história, não faz por merecer o título de professora? Não o merece pelo modo que age em rede social; falta-lhe o que pode ser chamado de  dignidade da cátedra.


Reparem que as segundas aspas recaem sobre o termo aluno para referir-me ao agressor: este também não merece, por fazer o que faz (tem antecedentes de violência) frequentar uma escola – deveria estar numa clínica psiquiátrica, numa casa de correição ou na cadeia.


As últimas aspas recaíram sobre o termo “jornalísticas” – isso não é o que entendo ser jornalismo. Para mim energúmeno é quem redigiu essa nota atribuindo a condição de professora a Marcia Friggi...


Para muitos, dentro da ligeireza das redes sociais, o assunto está morto e enterrado! Pra mim, não! O assunto está vivo e muito vivo pois contém uma série de pontos de inflexão!


Vamos a eles!


Marcia Friggi é ativista do PT. Até aí, tudo bem: como diria um amigo, cada um cultua os ídolos que merece!
Fui um dos primeiros jornalistas fora de Santa Catarina a tomar conhecimento do caso: um amigo, também jornalista, enviou-me in-box um texto informativo sobre o que se passara em Indaial e mais as fotos, chocantes, do rosto ensanguentado da vítima!


Fiz dois posts: num primeiro, reproduzi o material informativo já divulgado pela imprensa catarinense e no segundo publiquei as várias fotos da agressão. Como o assunto começava a reverberar no Facebook, fui atrás da página de Marcia Friggi na rede.


Meus achados foram também chocantes: cheguei a compartilhar dois posts da “professora” (rápida no gatilho, ela os retirou do ar poucos minutos após as postagens): num deles, ela se insurgia contra – e mandava tomar no cu (sic) – todos aqueles que criticavam  a aposentadoria fraudulenta de Dilma Rousseff e em outro ela incitava a população de Recife a jogar mais ovos no prefeito de São Paulo, João Doria, que viajava pelo Nordeste.


Aqui, algumas perguntas: pode ser chamada de professora uma mulher que apoia o PT, que acha justa uma aposentadoria fraudulenta a quem não a fez por merecer, e que usa termos de baixo calão em rede social, e que pede às pessoas para jogar ovo – um alimento de alto poder nutritivo – em manifestações políticas e numa região, o Nordeste, que sempre foi símbolo da fome que o PT dizia combater?


Merece ser chamada de professora alguém que usa as redes sociais para instigar violência em manifestações políticas?


Merece ser chamada de professora alguém que se comporta numa rede social como quem está num bordel?


Merece ser chamada de professora alguém que finge desconhecer a dimensão da internet e que finge ignorar que tudo o que escreve e publica em sua rede social vai ser lido pelo público em geral de todo o planeta, inclusive  por seus alunos da pequena Indaial?


Entre todos os que responderiam SIM a essas perguntas está, surpreendentemente, a escritora mineira, Lázara Papandrea, que entrou no rol das pessoas que saíram em apoio à mulher agredida em Santa Catarina... Dizendo-se amiga da “professora Marcia Friggi”,  Lázara, cujos escritos eu admiro, provocou  uma acalorada discussão sobre o assunto no Facebook.


Eu também inventei de dar meus pitacos na discussão e lembrei a escritora que a moça de Indaial havia publicado aquele texto onde defendia a aposentadoria de Dilma Rousseff: “Sim – Lázara respondeu - e isso dá o direito à agressão? Uma pessoa não pode mandar todos tomarem no cu, na página dela, no espaço dela? Que policiamento é esse, por que chegamos a isso? “


Pode sim, Lázara Papandrea… o que não pode é ser chamada de professora e se arvorar em porta-voz de uma categoria, o Magistério, que não merece ser liderada por alguém que tem a mesma dignidade de quem defende o roubo e a agressão como métodos políticos!

Marcia Friggi, compartilhou a própria imagem de agredida no Facebook com o propósito de ampliar a audiênca e com isto ampliar a repercussão de seu proselitismo indecente !

17/08/2017

Jair Bolsonaro, um show de estupidez!

Não existe nada mais irracional – e estúpido – do que derrubar uma floresta pra criar boi! Quem faz isso joga na lata do lixo uma riqueza perene e  imensurável chamada BIODIVERSIDADE para colocar em seu lugar uma atividade obsoleta – a Pecuária Extensiva – transformada em símbolo de atraso pela genética e pela moderna indústria alimentar.


    E o pré-candidato a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, do PSC, de malas prontas para o PEN, capitão da reserva do 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista do Exército, 60 anos de idade, defende essa imbecilidade sem nenhum constrangimento em entrevistas e vídeos disponíveis na internet (procurar no Youtube por “Inversa: Bolsonaro”)... Ele diz: “Estão matando o Agronegócio, não dá mais pra desmatar pra criar boi, pra plantar soja...”


    A pecuária extensiva ainda ocupa 200 milhões de hectares no Brasil e com o avanço da genética animal e a evolução das técnicas de confinamento bem mais da metade dessa área terá de ser devolvida à agricultura, de modo que haverá terra sim para atender, com racionalidade, a demanda do agronegócio por mais 50 anos pelo menos...


    Uma cabeça de gado que levava quase cinco anos pra chegar ao ponto de abate e, hoje, com a introdução do “novilho precoce” (pelo jeito, Bolsonaro nunca ouviu falar dessas coisas), um boi é abatido com dois anos de confinamento... E a pecuária tornou-se muito mais rentável.


MAIS UM SALVADOR DA PÁTRIA


    Castigado por tanta bandalheira patrocinada pelo PT, o Brasil não merece ser governado agora por alguém que entende de agronegócio quanto eu entendo de Física Quântica... E olha que eu sempre fugi das aulas de física quanto o diabo foge da cruz...


    Não existe, por outro lado, nada mais indecente do que incentivar a invasão das terras indígenas e das reservas ambientais... E Jair Bolsonaro faz isso indiretamente – e com insistência – ao afirmar que os índios e a FUNAI usam as reservas indígenas pra proteger um grande estoque de  minerais nobres – nióbio, grafite, potássio, etc... – “por orientação de ongs internacionais que pretendem transformar as reservas Ianomâmis e Raposa Terra do Sol em nações independentes...” (ver no Youtube por "Inversa: Bolsonaro")


    Ele sabe que tudo isso é conversa pra boi dormir, pois os tais “interesses internacionais” nunca precisaram de qualquer formalidade para entrar aqui  e levar a preço de banana todo minério que quiserem...e fazem isso com o ferro, com o ouro, com o manganês, com o nióbio, com o grafite, com o grafeno... Agora mesmo, apesar das “denúncias” do deputado Jair Bolsonaro, os chineses compraram jazidas de nióbio em Goiás com direito a exploração direta, sem qualquer beneficiamento...


    Por que essas coisas sempre aconteceram desse jeito no Brasil?  É porque fomos colonizados por ex-presidiários portugueses e porque produzimos uma classe política das mais corruptas do mundo. É porque, ainda, manifestamos uma forte tendência em acreditar em mistificadores do quilate de Jair Bolsonaro!


    Tudo poderia ser hoje um pouco melhor  se o Congresso Nacional, do qual Messias Bolsonaro é um dos ilustres representantes, aprovasse um marco regulatório razoavelmente decente para a mineração!  


    Mas ele e seus pares não querem saber disso: seus pares preferem continuar mamando nas tetas das grandes mineradoras e ele mesmo, excessivamente ambicioso, quer apenas espalhar mentiras e ilações fantasiosas, criar medo, tensão, despertar vilanias e ambições, para tentar transformar tudo isso, esse caldo diabólico, em votos... Se por desventura ele se eleger, será uma solução 100 vezes pior que a de Fernando Collor de Mello...


A HISTÓRIA DO POTÁSSIO DIZ QUEM É ELE


    Em vídeos e entrevistas, Messias Bolsonaro  se arvora em grande defensor dos interesses nacionais e brande seu “profundo conhecimento” sobre a realidade brasileira: “Os 75% das terras agricultáveis do Brasil – diz sem rubor - precisam de corretivo do solo; os corretivos são produzidos com potássio, mas as jazidas de potássio brasileiras estão no alto do Rio Madeira, no Amazonas, protegidas, ao mesmo tempo, por uma reserva indígena e por uma área de proteção ambiental. Enquanto o Brasil não pode explorar suas reservas,  importa o potássio da Rússia em grande escala!” (pesquisar no Google por Plano Econômico de Jair Bolsonaro)


    A história do potássio é suficiente para comprovar o quanto é falso e ardiloso o estilo Bolsonaro de fazer política: a autossuficiência brasileira em potássio pode ser obtida muito mais facilmente com a exploração firme das jazidas do Sergipe, onde não há índios ou reserva ambiental pra atrapalhar.


    Há mais ou menos 40 anos (eu disse qua-ren-ta anos) o governo (militar) fez ao Grupo Lume, de triste memória, uma das primeiras concessões para exploração mineral do Brasil. O grupo permaneceu 20 anos sentado sobre as jazidas sem arrancar do solo um só grama de potássio... Quando, já no governo de José Sarney, a concessão foi tirada do Grupo Lume, descobriu-se que os exportadores de potássio ao Brasil haviam subornado as empresas concessionárias para não explorá-lo...


    A concessão foi então repassada à Petrobras, que por sua vez a repassou à Vale do Rio Doce já privatizada... Nem a Petrobras e nem a Vale fizeram algo de concreto pra explorar o potássio sergipano... Ao que tudo indica, ambas aprenderam as espertezas do Grupo Lume...


    A mais de quarenta anos da descoberta e dimensionamento das jazidas sergipanas, continuamos importando cerca de 90% do potássio necessário a nossa indústria de fertilizantes... leia mais sobre o assunto em:

    E agora, na antevéspera de uma eleição  presidencial, chega um pré-candidato pra nos dizer que a culpa por nossa dependência externa em potássio é dos índios!
Era  só o que nos faltava!

Mapa do desmatamento igual mapa da estupidez

Desmatamento na amazônia, crateras da irracionalidade

Aldeia Indígena Brasileira: o território do Brasil era só deles !

Mapa da Localização das Terras Indígenas no Brasil


10/08/2017

Jair Bolsonaro, a fina flor do populismo! (3)

        Há um consenso nas universidades dos EUA em enxergar o populismo nos dias atuais como uma ideologia rasa que vê a sociedade dividida em dois grandes grupos homogêneos e antagônicos – de um lado está o povo simples e de outro as elites corruptas!

        A definição casa como uma luva com o jeito de agir e discursar do pré-candidato a presidente da República, o deputado do PSC – Partido Social Cristão, Jair Messias Bolsonaro, talvez o político mais populista entre os que já aquecem baterias para o pleito de 2018.

        Capitão da reserva do 8º Grupo de Artilharia de Campanha Paraquedista do Exército, 60 anos de idade, Messias Bolsonaro pode ser definido assim: um político que faz voos rasantes sobre quase todos os temas da realidade brasileira, não se aprofunda em nada e vê o país dividido em dois grandes grupos - a esquerda corrupta do PT e as pessoas de bem que querem produzir e viver em segurança.

        Melhor prestarmos muita atenção nele, desde já! Não dá ponto sem nó e não prega prego sem estopa. Sua plataforma está disponível nas redes sociais e quem não tiver senso crítico aguçado vai-se deixar encantar e até contribuir para levar o país em 2018 a mais uma aventura do tipo Collor de Mello.

        Adora assunto polêmico (homofobia, homossexualismo, armamento dos civis) porque sabe que ao abordá-lo terá mídia gratuita; adora exaltar as Forças Armadas porque sabe que tem crescido a adesão à intervenção militar; adora atacar os programas insuflados pelo PT (cotas raciais, Bolsa Família, demarcação das terras indígenas, etc) porque sabe que assim pode arrebanhar eleitores descontentes com a baderna instaurada pelos governos petistas.

        Seus radares capturam sinal de polêmica em torno de algum assunto ? Então, entrará nele chutando com os dois pés, sem se importar com a  profundidade... Tem alguns poucos méritos e grandiosos deméritos!

        Na contabilidade dos poucos méritos está a denúncia, que ele repete com insistência, de que a esquerda usava os mesmos métodos da Ditadura Militar: matava após julgamentos sumários e sem nenhum direito à defesa! Chamavam esses assassinatos de “justiçamentos”! Uma verdade que ninguém, a não ser ele, tem coragem de denunciar. E denuncia, como já admitiu Fernando Gabeira, ex-militante da luta armada, que a esquerda quis tomar o poder a força para instalar uma outra ditadura, a do proletariado...

        Na conta dos grandes deméritos está a defesa da tortura e o combate sistemático ao que ele chama de “defensores dos direitos humanos”. Quer mídia, mídia e mídia, nem para pra pensar que “Direitos Humanos” não é uma agenda exclusiva dos partidos de esquerda!

        Messias Bolsonaro, um homem que quer ser presidente da República, parece ignorar que o acesso à Educação, à saúde pública, a pelo menos três refeições por dia, à moradia, à água potável, ao saneamento básico, à defesa, a lazer, são direitos humanos que devem ser defendidos por todos os cidadãos, seja lá qual for o partido, a ideologia, a crença religiosa...

        Demagogo, apanha os temas mais complexos e simplifica tudo, cinicamente... Numa longa entrevista ao jornalista Guto Brandão, levada ao ar pela TV Tambaú, da Paraíba, e também disponível na internet, Messias Bolsonaro fala de tudo e conclui com suas três grandes propostas para governar o Brasil: resolver os problemas de segurança, freando a política de direitos humanos; incentivar o comércio multilateral eliminando o Mercosul e  incrementar o turismo garantindo a segurança do turista em todas as regiões do país!

        Típico discurso raso, populista!

        As grandes cidades colombianas – Bogotá, Cali, Medellín - já foram consideradas as mais violentas do mundo nas primeiras décadas do Novo Milênio e em dez anos de aplicação, pelo governo federal, de um programa de alta complexidade, que implicou até em anistia para jovens criminosos, viraram o jogo e passaram a figurar no rol das cidades mais seguras do mundo!

        Para fazer melhor que isso, Messias Bolsonaro já tem no bolso do colete quatro medidas bem mais simples: aliviar a punição a policiais que cometerem abusos; reverter a lei do desarmamento, permitindo que todo o cidadão possua uma arma de fogo; combater “a defesa dos direitos humanos” e manter os criminosos na cadeia, acabando com o regime de progressão de pena!
  
        Dá é pena de quem acredita nessas coisas!

        E assim, ligeiro ligeirinho, ele vai na direção do trono!

NIÓBIO, GRAFENO

        Quem vê os planos de Messias Bolsonaro para o aproveitamento das riquezas de subsolo, sente vontade de chorar! É tudo lindo maravilhoso: só a exploração racional do nióbio (o Brasil lidera com folga o ranking de países com jazidas conhecidas do minério) e do grafeno tiraria o país da miséria e permitiria que ele tomasse, com firmeza, o rumo do desenvolvimento sustentável.

        Quem, entretanto, prestar mais atenção ao que ele diz e propõe vai perceber que tudo não passa de demagogia, capciosidade e mistificação!

        É justamente na mineração que se manifesta a face mais sinistra, selvagem e poderosa do capitalismo brasileiro. Sua ideia de exportar sempre com alto valor agregado não é nova; surgiu há muitas décadas atrás, mas até agora ninguém conseguiu mudanças significativas e continuamos como exportadores de alta tonelagem, sobretudo de ferro, sem qualquer processamento.

        O presidente que ousar mexer na mineração pra valer cairá em menos de um ano e vai-lhe restar, fora do cargo, denunciar as “forças ocultas” que o derrubaram, como fez Jânio Quadros de triste memória!

        Gerações inteiras de operários das minas de carvão em Santa Catarina morreram de pneumoconiose porque os mineradores, ao importar as máquinas para automação da extração, “esqueceram” os aspersores e umidificadores que combateriam o pó nas galerias das minas; agora mesmo, em Paracatu (MG), centenas de pessoas morrem de câncer transmitido pela insalubridade das minas para extração de ouro que segue para o Canadá.

        O desastre de Mariana (MG) é uma demonstração de toda a perversidade da mineração brasileira e, curiosamente, não se ouviu do deputado Messias Bolsonaro um só protesto contra a série de desmandos verificados; nem dele, nem de seus pares na Câmara Federal em grande número na gaveta da Vale do Rio Doce, corresponsável por essa que foi a maior tragédia ambiental da história do Brasil.

        Há pouquíssimos dias, a Justiça anulou a sentença que punia os vários responsáveis pela tragédia de Mariana e não se ouviu uma só voz de protesto no Congresso brasileiro.

        Há pouco tempo, Messias Bolsonaro assumiu a tribuna da Câmara para denunciar a venda aos chineses de jazidas de nióbio em Goiás (apenas 3% das jazidas brasileiras). Conseguiu reverter a operação? Não! Ele continuará a ser uma voz solitária, por sua incapacidade de articulação e sua compulsão em dar a tudo que faz e fala um tom midiático - cacarejo  de ave que se prepara para alçar o maior voo de sua carreira política...

        Se ele quisesse de fato fazer algo em prol da racionalidade na exploração mineral no Brasil, teria gritado, esperneado, para mobilizar seus pares no Congresso e aprovar um novo e decente Marco Regulatório do setorl...

NO VALE DO RIBEIRA

        Por que será que Messias Bolsonaro escolheu o Vale do Ribeira, a região mais pobre do estado mais rico da Federação (SP), para apresentar a sua proposta para a exploração do grafeno? Tenho minhas suspeitas: ele quis na verdade matar vários coelhos com uma só cajadada! É muito esperto !


        O Vale do Ribeira, em primeiro lugar, é emblemático para representar o fracasso das esquerdas que ele tanto combate: por ser uma região pobre, foi escolhida pelo líder guerrilheiro, o capitão Carlos Lamarca, para implantar um primeiro foco de guerrilha, dizimado pela Ditadura Militar. Bolsonaro exalta os militares, exalta a tortura, condena o “justiçamento” de pessoas pela esquerda e a guerrilha de Lamarca foi uma síntese de todas essas iniquidades - de um lado e de outro!

        Todos os estados brasileiros, segundo os organismos de mineração, possuem jazidas de grafite, portador natural do grafeno, mas a jazida do Vale do Ribeira, até agora não dimensionada, é a única localizada em área indígena, um prato cheio para o candidato açular as suas várias “teorias demoníacas” contra as bandeiras do PT:

        - Esta reserva aqui - do Vale do Ribeira - foi criada pela Funai há pouco tempo para cerca de 70 índios, alguns inclusive trazidos do Paraguai!

        - Dentro de praticamente todas as reservas indígenas brasileiras há jazidas  importantes de minérios, alguns preciosos como o nióbio e o grafite!

        - A reserva Ianomâmi e a reserva Raposa Terra do Sol serão destinadas à formação de nações independentes no futuro!

        Ele não diz que os índios de Roraima, da Raposa Terra do Sol, contrabandeiam nióbio através de ONGs internacionais, mas coloca nos vídeos de campanha várias pessoas “denunciando isso”... O negócio de Messias Bolsonaro é bem esse: deixar que os mitos se espalhem e se agigantem, pois o eleitor enxergará nele o único candidato capaz de “destruí-los”... Por que ele não assume essa bobagem?

        Porque sabe que é bobagem: a incidência de nióbio sobre cada metro cúbico minerado é tão pequena que as “ONGs Internacionais” teriam de instalar um canteiro de mineração gigantesco na reserva indígena, algo que poderia ser identificado facilmente por satélite!

        OBS – Quem tiver interesse em conhecer mais sobre o nióbio e toda a polêmica que ele desperta entre aqui: http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2013/04/monopolio-brasileiro-do-niobio-gera-cobica-mundial-controversia-e-mitos.html

Bolsonaro discursa na Câmara




 Extração de nióbio em andamento nos arredores de Araxá, cidade situada no sul de Minas

Reservas indígenas dos Ianomâmis

Reservas indígenas Raposa Terra do Sol