13/12/2020

A VACINA NUM MUNDO DE RATOS E PARVOS

Por Dirceu Pio

Peço a meus leitores que prestem bastante atenção nas três informações abaixo:

1ª)- No recente 11 de dezembro, a empresa farmacêutica Sinovac Biontech admitiu à agência de notícias Bloomberg que ainda não dispõe de dados sobre a eficácia da sua coronovac, a mesma que é importada pelo governador de S. Paulo, João Dória, manipulada pelo Instituto Butantã e repassada a outros estados e municípios.

2ª)- Matéria recente publicada pelo célebre Washington Post informa que o principal executivo da Sinovac, Yin Weidona, admitiu que entre 2002 a 2012 pagou mais de 83 mil dólares de suborno a uma agência chinesa para  agilizar a aprovação de suas vacinas.

3ª)- Na mesma matéria, o Washington Post informa que registros públicos e testemunhos mostram claramente que a ascensão da Sinovac às primeiras fileiras da indústria de vacinas da China ocorreu com a ajuda de projetos prioritários de Pequim e propinas a funcionários que ajudaram nas revisões regulatórias e acordos de vendas. Vários detalhes dos processos judiciais não foram relatados anteriormente, em parte por causa da mídia censurada da China. 

PAUSA PARA REFLEXÃO

Agora peço que reflitam comigo: uma empresa que produz insumos básicos da saúde com qualidade precisa subornar para fornecer seus produtos ?

E mais: alguma dúvida que essa grande capacidade de subornar já fez sua inserção recente no Brasil, bastando ver, de um lado o forte interesse de governadores e prefeitos pela coronavac, e de outro, a ligeireza da Anvisa e do general-ministro em atender o pleito do governador paulista pela divisão dos gastos e rápida aprovação do produto ?

Só não foram em frente porque o presidente da república, Jair Messias Bolsonaro, o impediu.

Por essas e mais outras que os parvos - como diria minha amiga Lúcia Sweet - chamam Bolsonaro de “assassino”. Aliás, os parvos não se informam e é por isso que eles enxergam problemas onde não existem e deixam de enxergar onde de fato eles estão.

Parvo que é parvo não lê, limita-se a obedecer ordens dos ratos que já transformaram a saúde pública mundial num imenso cassino, repleto de caça-níqueis!

Os parvos são mistificadores e propagadores de bobagens, como aquela live de sucesso entre os parvos do twitter em que um “cientista” que se diz reitor da Escola Nacional de Medicina Tropical da Universidade de Baylor (EUA), dr. Peter Hotez, afirma que  a vacina da #COVID19 não é uma descoberta apressada de 4 meses, mas um processo de 17 anos, desde o surgimento da SARS, em 2003 !

Não refletem os parvos que há algo de muito errado com essa tese: se as vacinas tiveram 17 anos de estudo e desenvolvimento como podem chegar agora ao mercado com tantas – e perigosas – imperfeições ?

COBAIAS JURAMENTADOS

Os parvos são os primeiros a se oferecer como cobaias de vacinas mal acabadas e que, muito provavelmente, deixarão no planeta muitos outros problemas de saúde do que aquele que prometeram resolver.

Haja visto o que já acontece no Reino Unido onde são aplicadas as primeiras 800 mil doses da vacina da Pfizer, importada da Bélgica em containers que precisam manter a temperatura do produto a 70 graus negativos.

Os parvos por certo não viram o extraordinário vídeo de Daniel D’Andréa, que entrevistando uma jovem e sábia moradora de Londres, a brasileira  Jennifer Martins, montaram, com exibição de documentos oficiais,  o cenário completo da campanha de vacinação do Reino Unido, uma temeridade.

O próprio governo do bloco admite que as vacinas que começam a chegar não dispõem de estudos elementares como os da interação com outros fármacos e nem de impacto em gestantes e lactantes: “Recomendam às mulheres que não engravidem a menos de dois meses de terem tomado a segunda dose da vacina, mas não apresentam estudos que expliquem por que assim definiram a restrição”, comenta Jeniffer Martins.

DOSES DE OBSCURIDADES

Nada é claro no programa de vacinação do Reino Unido. Sabe-se que serão importadas 40 milhões de doses, o que dará para vacinar, com duas doses no período de 30 dias,  20 milhões dos 67 milhões de habitantes do bloco.

Mal explicam porque duas doses, mas deixam claro que as pessoas que não tomarem vão enfrentar muitas dificuldades. “Quem não tomar terá uma vida muito difícil”, informa Jeniffer Martins ao dizer que ninguém aqui sabe que dificuldade será essa.

O vídeo apresenta imagens da polícia reprimindo violentamente manifestações contra o lokdown e contra a vacina, enquanto Jeniffer informa que há pesquisas recentes que mostram que nada menos de 75% da população do Reino Unido são contra o programa de vacina: “Há menos de 15 dias foi realizada em Londres uma manifestação muito, muito grande contra as vacinas...foram presas 150 pessoas”, conclui Jeniffer Martins.

A GRANDE AMEAÇA

Mais do que os ratos, os parvos representam hoje a grande ameaça à Democracia, à liberdade e aos direitos humanos.

Se não fossem eles, os parvos, os ratos não teriam o poder que têm!

Os parvos conduzem a manada com o sincerro no pescoço e seguem de cabeça baixa dando aval às maiores atrocidades.

Os parvos acham mesmo que a “Peste Chinesa” veio do morcego; que a hidroxicloroquina não cura coisa alguma; que não houve fraude nas eleições americanas; que Joe Biden é um grande estadista !

São capazes de amar João Dória; elegeram Bruno Covas e acham que a herança maldita de Henrique Mandetta, o Protocolo da Morte, é o caminho mais curto para a cura.

Não passa uma semana sem que a Peste Chinesa leve embora alguns poucos parvos, aqueles que ficam em casa tomando tamiflu e dipirona e de costas viradas para o tratamento precoce.

O difícil é ver a Peste Chinesa abater um rato: são muito espertos, tratam-se com hidroxicloroquina (alô, alô David Uip!) no escondido da alcova!

07/12/2020

A DERROTA DA VERDADE

Por Dirceu Pio

O sucesso da hidroxicloroquina e da ivermectina na prevenção e na cura da doença causada pelo novo coronavírus ainda não chegou a mais de dois terços da população brasileira.

Como também não chegou a ideia, salvadora, de que é preciso agir rápido, tão logo apareçam os primeiros sintomas, sem esperar pela confirmação de testes, muitas vezes imprecisos e falhos.

Sonegar essas informações ao grande público virou um assunto estratégico dos homens que planejaram e executaram a Pandemia e de todos os demais que, por uma razão ou outra, acharam conveniente contribuir com essa grande farsa genocida.

A verdade foi sepultada por essa mistura explosiva de dinheiro, política e Saúde Pública impulsionada pelo vírus, mas a concluir pelo que dizem as mídias, até esta primeira quinzena de dezembro de 2020, morreram no Brasil, vítimas da infecção, em torno de 180 mil pessoas.

Ninguém pode ter dúvida de que se essas duas informações, de que há tratamento eficaz desde que realizado nas primeiras horas da infecção, tivessem sido massificadas desde abril, nem 10 por cento dessas mortes teriam ocorrido.

MORTES PODERIAM CAIR 90%



Morreriam - e continuarão a morrer - os desinformados, teimosos, negligentes e preconceituosos, gente que permite que a mal fundamentada tese política se transforme em estupidez.

Só o terror, arma predileta da China e de seus aliados, chega com força a quase 100% da população!

E o terror tem também os seus amigos de estimação: a contra-informação; a censura vinda das Big-Techs ou do STF; os serviços espúrios caça-fake; os pendores genocidas da nossa classe política, especialmente da esquerda contaminando quase todas as instituições; a face mercenária da Medicina e suas entidades de classe.

COQUETEL SATÂNICO

Isso tudo forma um coquetel satânico que nos é servido mais uma vez com a divulgação massiva de uma falsa segunda onda produzida apenas para nos obrigar a tomar vacina de qualidade super-ultra-duvidosa.

Toda e qualquer vacina que possa ser eficaz na imunização que oferece leva pelo menos cinco anos de estudo, pesquisa e desenvolvimento. As várias espécies que nos oferecem agora ficaram prontas em poucos meses e já começam a aparecer os casos bizarros: o Reino Unido receberá em poucos dias alguns milhões de doses da vacina da Pfizer e o próprio governo britânico informa que seus estudos não foram concluídos.

No Brasil, a situação é ainda mais desesperadora: enquanto o governador do estado mais populoso do País ameaça vacinar toda a população com um produto chinês de origem suspeitíssima, o governo federal já pensa em negociar a compra de outras porcarias de outros fabricantes.

Caberia ao Ministério da Saúde lançar campanhas intensivas e feéricas de esclarecimento da população, ajudando-a a vencer a espessa cortina de fumaça que a separa da verdade: sim, a infecção do covid-19 tem cura e o segredo é a rapidez do atendimento.

Só que não: caminhamos ainda na escuridão e com anuência do Ministério da Saúde, que sequer propagou a informação de que os respiradores são contra-indicados no tratamento de uma doença cujos mistérios foram revelados com as autópsias de Bérgamo, na Itália, em abril de 2020.

"Os respiradores são contra-indicados no tratamento de covid-19"



24/11/2020

SMARTMATIC, UMA EMPRESA A SER INVESTIGADA

Por Dirceu Pio

Envolvida até o pescoço na “fraude generalizada” que marcou as eleições americanas de 2020, a empresa “venezuelana” Smartmatic é super ardilosa, para não dizer super criminosa.

Observem primeiro as aspas em venezuelanos. O histórico da empresa é tão obscuro que não dá pra dizer  sequer seu país de origem.

Começa que seus responsáveis legais nunca são da mesma nacionalidade dos países onde ela opera. Motivo ? Diria que é um jeito esperto de aplicar o drible da vaca nas leis nacionais.

PRODUTO NÃO É URNA

Dizem que seu produto principal é urna eletrônica ou serviços digitais. Negativo: seu produto de verdade, que fascina os poderosos de qualquer país, é a possibilidade de transformar juízes, deputados, senadores e chefes de executivo em “comandantes perenes” de uma nação, subjugando a democracia.

Delírio ?

Veja o que aconteceu no recente 2018, quando a Smartmatic, com suas 70 mil urnas eletrônicas, reinou soberana na democracia brasileira.

O presidente Jair Bolsonaro diz – e um presidente sempre sabe mais que todos – que ele venceu as eleições no 1º turno mas teve de sacramentar a vitória no 2º turno.

Ai dele se não tivesse se distanciado bastante de seu oponente, Fernando Haddad, do PT. Margem pequena é o que a urna eletrônica mais gosta.

CRIME QUASE PERFEITO

Na verdade, a fraude do meio digital ou eletrônico é o chamado crime quase perfeito.

Quem aponta a possibilidade é transformado em “disseminador” de fake News ou “fanático, defensor de teorias da conspiração”.

Escondem, minimizam, desprezam o depoimento magistral do professor Pedro Dourado de Resende, titular da cadeira de Ciência da Computação da UNB à Comissão de Justiça e Cidadania do Senado, então presidida pelo senador Lasier Martins (Podemos) e na presença de dois outros senadores, Simone  Tabet (MDB) e João Capiberibe (PSB).

O depoimento aconteceu em Brasília, em setembro de 2018, ou seja, na antevéspera das eleições presidenciais e semanas antes de o STF, em reunião plenária, por unanimidade de seus 11 membros, ter derrubado em definitivo a lei que tornava obrigatória o voto impresso. (veja o melhor trecho do depoimento aqui: https://www.youtube.com/watch?v=lCnrx_2QUmY&t=12s)

CONIVÊNCIA AMPLA

Depois desse depoimento, feito de pura nitroglicerina, esperava-se que a Democracia brasileira se livrasse das urnas eletrônicas para sempre.

Com um discurso claro, objetivo, irrefutável, o professor Pedro Dourado Resende não apenas provou que as urnas eletrônicas podem servir a todo tipo de fraude, como fez denúncias seríssimas contra a Smartmatic e o TSE.

Ele disse, por exemplo, que a Smartmatic recebeu do TSE, sem a menor necessidade, a criptografia do sistema eleitoral brasileiro com tempo e informações para planejar e executar um programa amplo de fraudes; disse também que o TSE “preparou” licitações para permitir que a empresa vencesse a competição para fornecimento de 70 mil urnas eletrônicas ao Brasil.

CERTIFICAÇÃO BIOMÉTRICA É FARSA

Denunciou ainda o que ele chama de farsa -  a certificação biométrica – que leva milhões de eleitores a comparecer com antecedência às seções eleitorais para registrar suas impressões digitais:

-Um esforço inútil porque basta uma linha de programação para levar o software fraudulento a se esconder ao primeiro sinal de auditoria no equipamento.

Ao presenciar o depoimento e se calar, podemos dizer que pelo menos três senadores levaram o Congresso Nacional a se tornar cúmplice da fraude.

Pode-se dizer, do mesmo modo, que atitude idêntica foi tomada pelos 11 ministros do STF ao derrubarem o voto impresso.

E o atual presidente do TSE tem a coragem de dizer que o voto eletrônico não terá volta atrás e que o eleitor deve começar a votar por celular. E Edson Fachin, o patrono da Lava Jato, em discurso que antecedeu as eleições deste ano teceu juras de amor “à segurança do voto eletrônico”.

Essa história não tem bobo não! É só cobra criada picando de morte a Democracia brasileira!

                          Millenium; Dominion; Smartmatic, nomes amaldiçoados pela democracia...

02/11/2020

O ESCÂNDALO DOS ESCÂNDALOS !

Por Dirceu Pio´

“Ó liberdade, quantos crimes se cometem em teu nome !” – Madame Roland

Quase meio século separa o Caso Whatergate do Caso Hunter Biden.

Se fôssemos medir a octanagem de ambos, veríamos que o segundo é muito mais explosivo, mesmo quando se sabe que Whatergate produziu a renúncia de um presidente americano (Richard Nixon, em agosto de 1974).

Enquanto o primeiro passou para a história como símbolo da força da imprensa e do jornalismo investigativo (e viva os repórteres, Carl Bernstein e Bob Woodward, do Whashington Post) pode-se dizer que o segundo vai passar como símbolo da omissão e do comportamento deletério da mídia, incluídas as chamadas “Big-Techs”.

Este sim é o escândalo dos escândalos!

FIM DOS JORNAIS E DO JORNALISMO

Assistimos, nesses 46 anos, ao lento desaparecimento dos jornais e do jornalismo num cenário terrível em que a própria internet, que nasceu com um espírito libertário, é transformada em monopólios imorais, partidários, que fingem combater o ódio e as fake News nas mídias sociais mas só fazem turvar o ambiente com censura e desinformação.

Os jornalistas sérios, bem intencionados, se quiserem sobreviver terão de se transformar em ourives e hábeis na garimpagem da informação nas redes sociais, que por maior que sejam a censura e a manipulação deixam escapar diariamente muitas pedras preciosas e pepitas de ouro.

Através de mídias alternativas, de circulação e audiência restritas, sabemos a verdade. Mas é a cada dia mais difícil compartilhá-la para fora do nosso círculo de relacionamento.

Para chegar ao destino, a verdade tem de vencer inúmeras barreiras, feitas de contra-informação e “mentiras com cara de verdade” que as mídias convencionais não param de disseminar.
A imensa maioria da sociedade brasileira ainda não sabe absolutamente nada sobre o Caso Hunter Biden, as estrepolias do filho do ex-vice presidente dos EUA e atual oponente de Donald Trump, o democrata Joe Biden.

UMA HISTÓRIA QUE ASSOMBRA

Ex-drogado, sócio de uma das empresas da família Biden(BHR), Hunter, com anuência do pai – e pasmem! - apoio do presidente Barack Obama virou consultor (?) na milionária Burisma, empresa de energia da Ucrânia (gás).

Sob o mando de Trump, o FBI desenvolve hoje um trabalho concentrado para passar a limpo toda história, inclusive o ainda nebuloso apoio financeiro da China à BRH.

Não se sabe se por efeito de drogas, Hunter deixou dois ou três de seus lap-tops para consertar numa pequena oficina de Washington e não apareceu mais para retirá-los.

O dono da oficina notou que os aparelhos continham material explosivo e os entregou ao FBI, fazendo antes uma cópia de tudo.

Como o FBI sentou em cima dos aparelhos e não agiu, ele entregou suas cópias a um jornalista do New York Post, com acesso a Trump.

UM JORNAL DESTEMIDO

O jornal publicou todo o material, feito de pura nitroglicerina. Esperava-se a renúncia de Biden ou no mínimo a entrada no caso de todas as demais mídias.

Mas qual nada! TVs (exceto a Fox e alguns canais alternativos), jornais, sites informativos (exceção das mídias sustentadas por jornalistas independentes) continuaram a ignorar o caso com apoio de pesquisas fraudulentas que insistem na vitória de Biden.

Fora isso, as BIG Techs, como twitter e facebook, começaram a censurar descaradamente todo texto ou imagem que se referisse ao Caso Hunter e isto em todos os países onde operam.

Comigo mesmo aconteceu algo bastante curioso: depois de ter publicado um pequeno texto sobre o Obamagate (outro escândalo abafado pelas mesmas mídias), o facebook me impôs um bloqueio de 30 dias.

Cumpria metade da pena quando o bloqueio foi suspenso ! Entendi imediatamente o que de fato aconteceu: o Senado americano havia convocado os CEOs das big-techs para explicar a censura ao material do Caso Hunter.

PURA NITROGLICERINA

Pelo material encontrado nos lap-tops de Hunter, foram descobertas operações de deixar assombrado o eleitor americano: uma imensa farra de dólares, repassados de pai para filho e de pai para Obama, via Burisma; extravagâncias de Hunter no período em que se meteu em negócios com a China; e o mais grave, a China colecionava imagens de Hunter em práticas de pedofilia e sevícias de menores, ou seja, algo apropriado pra chantagear o pai caso fosse eleito presidente.

Para azar da família Biden, entra em cena agora, na reta de chegada das eleições americanas, um dos parceiros de negócio de Hunter, Tony Bobulinski, que, em entrevista a Tucker Carlson, da Fox News, confirmou tudo o que aparece nos laptops.

                                 Biden e Hunter, com a vida bastante enrolada a partir de agora


26/10/2020

TENTÁCULOS CHINESES 2

Por Dirceu Pio

“O preço da liberdade é a eterna vigilância”, Thomas Jefferson


Sejamos realistas: desde que a China aprendeu a ganhar dinheiro com o capitalismo, tornou-se uma ameaça ao Planeta !

Sua marca é a obscuridade! Neste instante, através de seu representante comercial no Brasil, João  Dória, governador do Estado mais rico e populoso do País,  tenta nos vender milhões de doses de vacina “contra” o vírus que ela mesma produziu e distribuiu pelo mundo.

Já testou a vacina em sua população ? Não se sabe. Ainda que ela dissesse que sim, jamais saberíamos se usou a mesma composição e dosagem usada no Brasil.

Sei não se um dia não teremos de agradecer ao Vírus de Wuhan por ter interrompido a escalada da China no Brasil !

Se não fosse a grande farsa pandêmica, que colocou os EUA contra a OMS e contra a China, coisas terríveis teriam nos acontecido, sob as bênçãos do vice general Mourão!

A China já teria entrado com os dois coturnos em nossa ainda incipiente energia nuclear (imagine o que poderia nos acontecer no futuro com esse setor dominado pelo Partido Comunista Chinês?) e acelerado sua participação em obras de infra-estrutura e em mineração.

Por sorte, o governo Jair Bolsonaro resolveu seguir a orientação norte-americana e colocou bloqueios para atrapalhar os investimentos chineses.

Graças ao que é chamado de “trava técnica” definida pelo edital de construção de Angra 3, já se ouve dizer que a China deve desistir da obra, onde prometia investir 17,5 bilhões de reais.

A mesma coisa deve acontecer com o fundo de investimento para obras de infra-estrutura (telefonia, energia, saneamento) em que a China se dispunha a inverter mais 15 bilhões.


Para irritação dos chineses, as reuniões do conselho gestor do fundo são proteladas por iniciativa do governo brasileiro que parece ter perdido o interesse pelo capital chinês.

CLÍMAX VEM AÍ

A turbulência nas relações com a China deve eclodir no final do primeiro semestre de 2021, quando  acontecerá o leilão para definir quem vai construir as linhas de transmissão da telefonia 5G.

A chinesa Huawei se acha no direito de participar em condições de igualdade com todos os demais concorrentes.

Bolsonaro já avisou que o edital levará em conta a soberania, segurança de dados e a política externa brasileira, razões para deixar os chineses preocupados, tanto que já fizeram ameaças veladas de retaliação.

Por enquanto, a mais preocupada com o assunto é a ministra do agronegócio, Tereza Cristina, que viu as compras da China ultrapassar os 32 bilhões de dólares só nos quatro meses iniciais do ano pandêmico.

Pelo sim pelo não, há informações de que outros países, entre os quais os EUA e a Austrália, poderiam vir a substituir a China no agronegócio brasileiro, o que remete para a importância da vitória de Trump dia 03 de novembro.

ÉTICA? QUE BICHO É ESSE?



Outra característica do comportamento chinês em sua expansão pelo mundo é a completa despreocupação com a Ética.

Demonstra inclusive sua preferência por investir em países dominados pelo narcotráfico (Venezuela) ou corrupção (Argentina e Brasil no longo período de domínio da esquerda).

Somente em 2015 (governo Dilma Rousseff), segundo levantamento do Rhodium Group1, as operações de compras feitas por empresas chinesas ultrapassaram US$ 90 bilhões, o nível mais alto da história. Ainda em 2015, 144 intenções de compras e aquisições  foram anunciadas, somando US$ 88 bilhões.

Em agosto de 2019, o Conselho Empresarial Brasil-China lançou a publicação “Investimentos Chineses no Brasil 2018” e nele já se observa um forte encolhimento:  os investimentos chineses no Brasil somaram US$ 8,8 bilhões em 2017 e apenas US$ 3 bilhões em 2018. Uma queda de 66%.

Fazia sucesso a campanha de Bolsonaro, que dizia coisas indigestas para o capital chinês: prometia  romper com as políticas econômicas implementadas pelas administrações anteriores e uma postura cautelosa dos investidores externos.

“Os chineses podem comprar no Brasil, só não podem comprar o Brasil”, repetia o candidato que continuava a liderar as pesquisas, sobrevivendo ao atentado de Juiz de Fora.

LIBERDADE NA ARGENTINA

Nada mais natural, portanto, que a China enxergue o governo Bolsonaro como uma pedra em seu caminho, pedra que deixou de existir, por exemplo, na Argentina, desde que a bolivariana Cristina Kurchner retomou o poder pelas mãos de seu preposto, Alberto Fernández.

Já se pode dizer neste momento que, em relação à China, a Argentina vive os problemas que o Brasil estaria enfrentando se Bolsonaro não tivesse sido eleito.

Todos os quase dez mil proprietários chineses de estabelecimentos comerciais (mercearias, bazares, supermercados) que se espalham por todo o território argentino pagam taxas de segurança à Máfia Chinesa.

A Máfia Chinesa tem agido também no Brasil, mas a PF está atenta; para escapar da prisão, chefões  tiveram de deixar o país e a Justiça Brasileira já pediu a extradição de dois deles.

Na Argentina, não ! Polícia e governo fingem que ela não existe.

BASE NA PATAGÔNIA

Em fevereiro de 2015, o poderoso Xi Jinping viaja à Argentina e, ao lado de Yang Wanning (atual embaixador da China no Brasil), visita a presidente Cristina Kurchner, para assinarem o acordo “bilateral e secreto”, que permitiu à China instalar na Patagônia, ou seja, nas barbas do Polo Sul, uma base “científico-militar” erguida e colocada para funcionar em poucos meses.

Majestosa nos confins do continente, a base continua lá, ameaçadora, enquanto as empresas do país que a opera aprofundam o domínio em setores estratégicos, como energia, mineral, petróleo, agronegócio, etc...

GRANDES MARCAS NO BRASIL


Conheçam as grandes marcas chinesas que já operavam  no Brasil antes da posse de Bolsonaro:

O    BYD: essa pode não ser uma marca muito conhecida no Brasil, mas é a maior produtora de baterias e veículos elétricos do mundo. Possui fábrica em Campinas e, em 2018, assinou um acordo para a construção de um sistema de monotrilho em Salvador (capital de estado petista).

O    Chery: a primeira fábrica dessa montadora de automóveis fora da China foi inaugurada no Brasil, em 2014. Seus veículos se destacam aqui por seu preço extremamente competitivo.

O    PetroChina Company: nada menos que a maior petrolífera da China e maior do mundo em valor de mercado, a PetroChina já comanda milhares de postos de combustível no Brasil. Em 2018, adquiriu 30% de participação na TT Work, grupo brasileiro de distribuição de produtos petrolíferos

O    Lenovo: é uma das empresas que mais vendem computadores no Brasil e no mundo. O complexo industrial da empresa no país fica em Itu, no interior do estado de São Paulo (boatos insistentes dizem que a Renovo comprou a Positivo, de Curitiba, grande fornecedor de urnas eletrônicas ao TSE).

O    Midea: uma das maiores fabricantes de eletrodomésticos (em especial condicionadores de ar) do mundo, a Midea está presente no Brasil e, recentemente, lançou um site próprio no país, começando a vender diretamente para o consumidor final

O    State Grid: a gigante chinesa do setor de energia elétrica tem investido bilhões em vários projetos no Brasil, principalmente em construção e reforço de linhas de transmissão.

                                  Tadeu Mancini - Metamorfose na política

18/10/2020

UM SONHO DE CANDIDATA

Por Dirceu Pio

Ela é o que se pode chamar de policial exemplar: ainda em 1988, ficou em primeiro lugar no curso de Formação de Soldados da PMESP e, em 1990, ingressou na Academia de Polícia Militar do Barro Branco, onde formou-se Bacharel em Administração de Polícia Ostensiva.

Na Polícia Militar, recebeu prêmios e medalhas e destacou-se como instrutora das matérias "Polícia Comunitária", "Direitos Humanos", "Marketing", "Gestão pela Qualidade" e "Relacionamento com a Imprensa".

Falamos, é claro, da vereadora e atual candidata do PSL à prefeitura de Piracicaba (SP), coronel Adriana Cristina Sgrigneiro Nunes, 50 anos, casada, com chances reais de vencer a eleição.

Ela sabe que administrar Piracicaba é um grande desafio: não poderia haver na política do município, hoje com 408 mil habitantes, orçamento próximo de 2 bilhões de reais, ninguém mais preparado que ela, o que demonstra nesta entrevista em que exploramos a visão da candidata em tempos de Pandemia:

Pergunta - O que a Prefeitura pode fazer para prevenir a população contra o vírus e garantir o tratamento precoce a todas as pessoas que forem infectadas ?

Resposta - Eu e minha família tomamos ivermectina logo no começo do surto e até agora ninguém foi contagiado. Precisa ser feito um protocolo preventivo à doença, como foi feito em Porto Feliz e cidades do estado de Santa Catarina, tendo em mente reforço metabólico com vitaminas e o agente ivermectina. E iniciar o tratamento já nos primeiros dias de sintomas para evitar o agravamento do caso e internação, testagem de todo círculo de contato do paciente para impedir que o vírus se espalhe. Além disso, precisa sim ter um bom protocolo de tratamento: o paciente deve sair do primeiro atendimento já com os medicamentos, visto que há verba. Federal inclusive.



P - Como se comportaram durante a Pandemia as autoridades de Piracicaba?

R - Vi muito populismo, pouco plano real de ação; vi erros e mais erros, e a grande maioria apática como servos do senhor de engenho aceitando dezenas de ordens absurdas. Investiram pouco na cidade e quase destruíram a economia; comércios falindo ou fechando, pessoas perdendo seus empregos, e o assistencialismo com cesta básica para todo lado correndo solto. Com redução de horário de funcionamento, tudo foi reduzido para não "aglomerar". E só aumentou aglomeração. No Lar dos Velhinhos entidade assistencial, por exemplo, um grupo mais que vulnerável, não houve barreiras sanitárias efetivas. A Prefeitura deveria agir na prevenção. Prevenir é agir rapidamente em locais mais susceptíveis à doença.

P - Como a senhora viu o comportamento do presidente Bolsonaro na Pandemia e de seu governo?

R - Eu gosto do posicionamento contrário ao fechamento do comércio com o objetivo de proteger a economia e o emprego! Só acho que injetou excessivamente dinheiro nos municípios para que eles, descontroladamente, investissem. Isso fomentou e incentivou mais ainda, que os municípios sob o manto do pânico, agissem sem licitação de forma bem menos, digamos, “republicana”. Há a doença, não se nega. Mas há muito interesse em gerar o medo absoluto. Ficar em casa vai gerar um problema econômico monstro. Sentiremos isso em 2021.

P - A senhora é contra ou a favor do lockdown ?

R - Totalmente contra. Estes decretos estaduais e municipais não possuem qualquer valor. Decretos disciplinam a lei. A lei federal de calamidade pública em nenhum momento falou em lockdown. Falou em quarentena e específica em algum setor ou categoria. Interesses obscuros fizeram com que o medo suplantasse a razão na informação ao povo. E a opressão com medidas de polícia, ameaças, não constroem consciência. Pena. Se perdeu uma oportunidade em demonstrar que o Estado está com o povo e não contra ele.

P - A senhora é contra ou a favor do fechamento das escolas ?

R - Ponto bastante controverso. Ainda não há clareza sobre o grau de contágio das crianças, embora haja informação de que é bem pequeno, quase insignificante. Creio que um programa de acompanhamento digital e dicas de ensino lúdico poderia ser solução paliativa. Melhor manter fechado neste caso. Em os outros locais - bares, festas pessoais, ônibus, varejões, feiras, shoppings, e todos estabelecimentos comerciais - creio que com responsabilidade e acuidade tudo possa abrir.

08/10/2020

"Três brasileiros perdidos dentro do mega furacão Andrews"

       "O relato que vocês vão ler a seguir é verdadeiro...foi publicado em meu blog há cinco anos e nela conto, em detalhes, a forte experiência que eu e mais dois amigos vivemos em Miami (EUA) em agosto de 1992 com a passagem do Furacão Andrews, um dos mais devastadores que já atingiram a Flórida...Sempre que chega esta época do ano, me pedem para republicá-lo e eu o faço na expectativa de que tenha alguma utilidade para quem, como nós, se vir na circunstância de ter de enfrentar essa força da natureza...não, não foi uma experiência para cardíacos !"

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        Final de agosto de 1992... No aeroporto de Miami, duas horas antes de tomarmos o avião de volta ao Brasil, uma garota já ostentava a camiseta com a frase: “Eu sobrevivi ao Andrews”.
        Nos identificamos imediatamente com ela. Eu e meus dois companheiros de viagem – Sérgio Munhoz e Felipe Batzli – tínhamos enfrentado também, oito dias antes, a fúria de um dos mais devastadores furacões que atingiram os EUA, o Andrews.
        O Mattheus, que devastou o Haiti no início de outubro de 2016 na categoria quatro, matando mais de 1.000 pessoas, chegou à Flórida na categoria três e perdeu mais intensidade ao seguir para a Carolina do Norte, onde virou ciclone tropical.
        O Andrews entrou na Flórida já na categoria máxima (nível cinco) com ventos que alcançaram 278 quilômetros por hora. Foi coisa do demônio!
        Nós três éramos funcionários da Agência Estado (empresa do grupo do jornal O Estado de São Paulo) e tínhamos viajado de Miami para Fort Myers, ainda na Flórida, para participar de um congresso da Knight Rider, nossa parceira americana. Chegamos para o congresso num domingo e voltamos para Miami na quarta-feira; eu tinha ainda o compromisso de conhecer o sistema de fotografia do Miami Herald, já totalmente informatizado.
        Foi apenas no sábado, tarde da noite, que ouvimos falar pela primeira vez que um furacão vinha na direção de Miami. Sérgio Munhoz perguntou a uma das balconistas de uma perfumaria se a  loja abriria no domingo e ela respondeu assim:
        - Acho que a loja vai ficar fechada por vários dias, porque um furacão está a caminho de Miami e deve chegar na segunda-feira de manhãzinha!
        Saímos dali com a pulga atrás da orelha, mas ainda relativamente tranquilos: nosso voo de volta ao Brasil estava marcado para domingo às 19horas.

SUSTO, AO ACORDAR

        Acordamos no domingo em sobressalto: Munhoz me chamou ao telefone para avisar que todos os canais de TV haviam abandonado a programação normal para transmitir informes e notícias sobre o furacão.
        Embaixo da tela, na horizontal, exibiam uma tarja fixa, com a rota do Andrews, velocidade e pressão atmosférica; os números eram atualizados em tempo real.
        Um homem uniformizado pregava cartazetes na porta do elevador com o seguinte comunicado: “Senhores hóspedes, informamos que o hotel tem de ser evacuado; quem não tiver como encontrar um abrigo seguro, dirija-se a um destes endereços, onde funcionam abrigos antifuracânicos...”
        Como jornalista, nunca havia testemunhado a um bombardeio de informações tão intenso quanto aquele.
        Munhoz voltou para o quarto para telefonar – o celular só iria aparecer no Brasil dali a dois anos. Ligou para a companhia aérea  na presunção de que nosso voo pudesse ter sido antecipado; em menos de dez minutos retornou com a notícia, irrecorrível:
        - Não foi antecipado, foi cancelado! O aeroporto de Miami já está fechado para pouso e decolagem!
        Foi nesse clima de tensão que tomamos o café da manhã. Discutíamos uma alternativa: seguir para Orlando? Procurar um hotel mais seguro em Miami? Prevaleceu a ideia irresponsável do repórter: “Vamos ficar aqui mesmo e enfrentar?”, propus e os dois companheiros aceitaram, talvez por terem encarnado, sem ser jornalistas, a minha curiosidade.
        Num passo seguinte, procuramos o gerente do hotel para perguntar se poderíamos continuar hospedados com a intenção de desocupar dois dos quartos e ficar com apenas um, o meu. Ele consentiu desde que assinássemos um papel isentando o hotel de toda a responsabilidade pelo que viesse a nos acontecer.
        A decisão não foi casual. Interpretando as informações que a TV havia transmitido, sabíamos que meu quarto, amplo, com várias camas, era o único voltado para a lateral do “corredor” por onde passaria o furacão. Os outros dois quartos, ocupados por Munhoz e Batzli, tinham janelas voltadas para o mar. E o Andrews, a TV informava, entraria pelo mar. Meu apartamento, portanto, era o mais seguro ou o menos perigoso.

ESCOLHA SALVADORA

        Liguei para a Rádio Eldorado (do mesmo grupo da Agência Estado e do jornal O Estado de São Paulo), me oferecendo como “repórter furacânico”. Fui aceito imediatamente e com entusiasmo. Ademar Altieri havia realizado uma revolução no jornalismo da emissora, então dirigida por João Lara Mesquita.
        No domingo que antecedeu a passagem do furacão, fui chamado várias vezes pela  Eldorado, entrando sempre ao vivo na programação. Depois da passagem do Andrews, o “repórter furacânico” teve aposentadoria compulsória: nem as comunicações de Miami suportaram a força do “presente de grego” enviado pelo Caribe.
        Não conseguíamos mais falar com o Brasil.
        Antes da chegada do monstro, na condição de repórter, portanto, saí às ruas acompanhado pelos dois companheiros de aventura.
        Caminhamos a pé pelo comércio, vimos as providências antifuracânicas em lojas e shoppings: mercadorias eram suspensas (a previsão, enfim não confirmada, era de que o Andrews levantaria ondas de mais de 16 metros); portas eram reforçadas com vigas e tábuas espessas de madeira; paredes de alvenaria eram erguidas às pressas em pontos estratégicos. Poucas lojas vendiam à minguada freguesia que insistia na compra de artigos bem específicos (Felipe Batzli comprou uma bela câmera Nikon e registrou com ela tudo o que vimos).

VESTIA A CAMISA DO MEU TIME

        Procurei o chefe da polícia que nos atendeu cortesmente e nos mostrou, por minha insistência, a camisa do Corinthians que usava por baixo do uniforme. "Eu jogo no Corinthians daqui" ele disse em bom português. Depois, informou: "Temos nada menos de 900 viaturas preparadas para entrar em cena tão logo o furacão termine de passar. Vamos coibir saques e roubos de mercadorias!”
        Almoçamos na região central, e à tarde fomos procurar, por mera curiosidade, os tais abrigos antifuracânicos: eram prédios escolares afastados da orla marítima e em áreas distantes do corredor por onde, já sabiam, o Andrews passaria. Dentro de um deles, o clima já era pesado: o abrigo acabara de receber algumas  dezenas de doentes de um hospital que teve de ser evacuado por estar localizado na rota do furacão. Havia pessoas com extensas cirurgias abertas e outras gemendo de dor ou desconforto, não sei. 

        Na volta ao hotel, Miami já lembrava uma cidade nervosa como se tivesse sido  informada de que seria invadida pelas tropas inimigas. Carros passavam a toda velocidade em todas as direções, as poucas pessoas vistas nas calçadas tinham pressa, algumas corriam; quanto mais nos aproximávamos da região central, mais surgiam evidências do esvaziamento de Miami: a área central, onde se concentra grande parte do comércio, estava localizada na zona mais crítica, por onde passaria o olho do furacão. Nas ruas do  comércio, por volta das 18 horas, já não havia nem gente, nem carros em circulação.
        Também no hotel eram muitas as providências antifuracânicas: homens uniformizados montavam uma barreira com sacos de areia na rampa de acesso à garagem subterrânea enquanto outros pregavam tábuas em portas do andar térreo; pequenos furgões eram lotados por pequenas caixas de papelão, cujo conteúdo não nos foi possível desvendar.

GRUPO SOLIDÁRIO

        Tive um primeiro contato com um grupo de cerca de 20 pessoas, funcionários da Transbrasil, adultos, jovens, moças e rapazes, que decidiram também ficar no hotel e encarar a fúria do vento. Foram nossos parceiros de medo e sobressaltos.
        Passavam das 19 horas, quando resolvi sair para fumar um cigarro; na esquina mais próxima, um ônibus desembarcou turistas que chegavam de Orlando; alguns se atracaram ao telefone público na tentativa de falar com parentes e amigos na cidade, já estranhando o fato de não terem sido recebidos no desembarque conforme o combinado; falavam português. Eram brasileiros.

        Minha suspeita se confirmou: não haviam recebido nenhuma informação sobre o Andrews e os parentes ou amigos que procuravam por telefone certamente já haviam fugido de Miami. Aproximei-me e contei tudo o que sabia; reagiram com espanto e uma senhora idosa chorou. Iriam procurar hotéis fora da rota do furacão.
        Dei alguns passos na direção do hotel e encontro a mesma "mulherzinha" que já havia enxergado pelas ruas do comércio; deveria ter uns 50 anos, era magra e elegante. Segurava nas mãos os sapatos de salto e trajava um vestido preto Channel.
        Comuniquei-me com ela com dificuldades: não falava espanhol e menos ainda português; meu inglês é muito fraco, mas ainda assim descobri que ela estava confusa, desorientada. Supus que tivesse sofrido um acidente que lhe provocou amnésia. Não se lembrava do próprio nome e nem de seu endereço. Tinha um pequeno ferimento na testa, já cicatrizado.
        Convenci-a a abrigar-se no hotel. Na porta de entrada, a introduzi e continuei do lado da fora, para fumar outro cigarro.
        Ao entrar no hotel dali a uns 15 minutos vejo que ela já estava enturmada com os companheiros da noite. Quando estão sob forte ameaça, a solidariedade aflora com mais força entre as pessoas.
        Estávamos sentados no salão onde era servido o café da manhã, mas os serviços foram suspensos já no começo da tarde.  Repartíamos lanches, bolachas, bombons, biscoitos.

PRIMEIROS SINAIS DA “FERA”

        Passavam das 22 horas quando Munhoz e Batzli resolvem subir para o quarto, no sexto andar. Eu ainda fiquei ali no bate-papo até quase meia-noite, quando resolvi subir também, curioso para saber se já havia algum sinal da “fera”.
        Passamos o dia inteiro atentos ao céu  para ver se enxergávamos um sinal, podia ser um sinal qualquer, uma nuvem mais escura, uma brusca alteração na velocidade do vento, mas qual o quê ! Miami permaneceu o dia todo e parte da noite com céu de brigadeiro e mormaço típico de verão. E de repente chega aquele monstro poderoso capaz de romper tudo o que surgisse em sua frente, vai entender...
        Os janelões do quarto estavam tapados com cortinas e os dois amigos haviam grudado pedacinhos de fita crepe em cada pequeno vidro:
        - É pra não estilhaçar, explicou Munhoz.
        Passava da meia-noite  quando vimos, pela janelinha do banheiro, os primeiros ventos furacânicos a agitar árvores e arbustos.
        A esposa de Munhoz tinha ouvido meus relatos pela Eldorado e ligou apreensiva.  Ele demonstrou coragem:
        - O furacão já chegou, mas é um ventinho bem sem-vergonha, coisa muito pior do que isto nós já enfrentamos aí no Brasil...

PRIMEIRO GRANDE SUSTO

        Passavam das duas horas quando resolvo descer de novo para sentir o clima lá embaixo, no térreo. O grupo continuava no salão do café da manhã, mas as notícias que um rapaz captava pelo rádio aumentavam muito a tensão! Já não se ouviam mais risadas... A animação fora vencida pelo cansaço e pelo medo...
        Pouco depois das três horas, o Andrews pregou um grande susto em todos ali: lá nos fundos do térreo, o vento arrancou as portas de aço de uma pequena loja, aberta para uma rua lateral e separada do saguão do hotel por treliças metálicas perfuradas. Ouviu-se um grande estrondo seguido do típico barulho de rajada de vento forte; assustado, o grupo apressou-se em subir para o mezanino e eu, movido novamente pela curiosidade irresponsável de repórter, caminhei até lá, seguido por dois funcionários do hotel, que pareceram ter brotado do nada. Quis conferir de perto o que havia acontecido.
        Só mesmo um furacão do porte do Andrews para proporcionar espetáculo tão incrível: o vento penetrava na pequena loja, rebatia de chapa numa parede e voltava para a rua, sem entrar no saguão do hotel. Ouvíamos apenas o ronco parecido com o de um mega ventilador... A imagem daquilo lembrava uma cena de filme de ficção em que o super-man assopra com força uma parede com a intenção de derrubá-la.
        Voltei a me encontrar com o grupo alojado nos sofás do mezanino e contei-lhes o que tinha visto; ficaram horrorizados, e um rapaz rezou baixinho.
        Antes das quatro resolvi subir novamente para o quarto; viveria então o clímax da aventura. Pra começar, os elevadores estavam paralisados e as escadarias não tinham luz. Movi-me na escuridão com ajuda de um isqueiro; identificava os andares pela contagem silenciosa da memória.

MEDO PELA PRIMEIRA VEZ

        Teimei, teimei e cheguei ao sexto. Tive medo de ter errado na contagem mas enfrentei o corredor mal iluminado, profundo, longo, perigoso. Nosso quarto era o último, distante dali uns 150 metros, talvez mais. A dificuldade estava no fato de o lado esquerdo ser formado por apartamentos com janelas voltadas para o mar.
        Inventei na hora uma tática de travessia do corredor: caminhava rápido até cada uma das portas, e nelas, pulava.  A cautela era justificável: a cada instante, o vento estourava uma vidraça das janelas voltadas para o mar e entrava nos apartamentos estourando tudo, armários, camas, espelhos... E eu não queria ser nocauteado por um guarda-roupa nas costas.
        Ecos de destruição dos apartamentos arrombados reverberavam pelo corredor... Por sorte, todas as portas que abriam para a parte interna do edifício suportaram bem a força do “monstro”, nenhuma delas foi violada naquele andar.
        As lâmpadas do teto eram sugadas para cima e ficavam bailando sobre o buraco, como nos filmes de terror...
        De pulo em pulo, cheguei ao nosso quarto para presenciar a cena inversa da que tinha visto há duas ou três horas atrás: meus dois heróis  tinham sido também vencidos pelo medo, quase pânico! Estavam deitados juntos e abraçados na cama de casal, cobertos até a cabeça com lençol, colcha e edredons:
        - Acho que vamos morrer ! Disse Munhoz, descobrindo a cabeça, com voz trêmula e quase apagada... Seu rosto estava branco como um esparadrapo !
        Foi a minha vez de simular coragem:
        - Que morrer que nada, pô! Eu vou é ver o “perigoso” ali da janela do banheiro! Vamos também, vamos!
        Só eu fui, mas os dois continuaram deitados, já com a cabeça descoberta... Minha presença os reanimou!

VISÃO DE TERROR

        Posso dizer que vi o Andrews passar em todo o seu “esplendor” pela pequena vidraça do banheiro! Creio que eram mais de quatro horas quando ele começava a passar com força total!
        Até hoje, passados mais de 20 anos, lembro-me detalhe a detalhe do avistado:
        -  De cinco em cinco minutos, os vidros grossos da janelinha estufavam para dentro, presumo  que devido ao aumento da pressão causado pela passagem de mais um dos pequenos  tornados que acompanham o furacão. Eu me afastava, dava um tempo e voltava a encostar o nariz no vidro.
        - No topo de um edifício, a haste de uma grua girava sem parar imitando a pá de um ventilador.
        - Lá embaixo, no pedaço de avenida que conseguíamos avistar dali, um semáforo dependurado num curto cabo de aço girava como pião desenhando um círculo luminoso no ar; o aço resistiu quanto pôde até que se rompeu. O semáforo caiu no chão e foi empurrado pelo vento na direção do hotel lembrando um míssil iluminado por faíscas intensas até bater contra a parede de um edifício; parou ali um minuto e logo tomou a direção do comércio com sua trajetória outra vez faiscante.
        - As palmeiras imperiais da avenida em frente ao hotel comiam o pão que o diabo amassou: as folhas da copa altaneira ficaram o tempo inteiro ejetadas para cima dando a impressão que a planta desejava voar; de vez em quando, uma delas tombava, quebrada no caule, a um  metro do solo. Tinham mais de 60 anos, descobri depois...
        - Na rua de comércio que avistávamos dali acontecia um interminável desfile de toldos, pequenos, médios, grandes, arrancados da frente de centenas de lojas...

UM ESPETÁCULO ATRÁS DO OUTRO

        Passavam das seis horas da manhã quando o vento parou de soprar. Parou de repente, sem dar nenhum aviso prévio...
        Em menos de 15 minutos após a calmaria, começamos a ouvir as sirenes das prometidas 900 viaturas... A sensação era de estarmos agora numa extensa pastagem atacada por bilhões de cigarras...
        As ruas da cidade deveriam estar enriquecidas por montanhas de mercadorias valiosas, mas o roubo foi insignificante, segundo as emissoras de rádio que começavam a operar.
        Não se confirmou também o boato de que uma usina de energia nuclear havia sido afetada...
        A polícia informou a administração do hotel que a circulação de pessoas a pé pelas ruas da cidade só seria permitida após o meio-dia. E o hotel exigia também a saída de todos os hóspedes, desta vez sem tolerância.
        Suportamos mais algumas horas de jejum no quarto e ao descermos, quase uma hora da tarde, já não encontramos nenhum dos nossos parceiros de aventura, nem mesmo a “mulherzinha” que possivelmente salvei da sanha assassina do Andrews. Viverei até o fim dos meus dias com esse enigma por resolver: quem era ela? De que nacionalidade? O que lhe aconteceu por ser encontrada assim perdida e desmemoriada?

CIDADE DESTROÇADA

        Havíamos alugado um carro pra voltar de Fort Myers e o deixamos no estacionamento a céu aberto do hotel. Do lado dele,  vimos o primeiro grande sinal da força dos ventos: ali estava, semi enterrada no chão duro, uma peça de aço maciço; olhamos para cima e para os lados e não demorou para concluirmos  que veio voando do céu; deveria pesar uns 30 quilos ou mais.
        Saímos, a quatro quadras dali, encontramos uma lanchonete aberta e em funcionamento; comemos dois lanches cada um e tomamos várias xícaras de café com leite. Pronto, estávamos preparados para fazer o tour pela cidade destroçada!
        Rodamos, de carro, o dia inteiro; improvisávamos os caminhos pelas facilidades de trânsito. Havia inúmeras ruas interditadas por árvores caídas, montes de um lixo estranho: móveis aos pedaços misturados com colchões, geladeiras, televisores, roupas de todas cores – tudo arremessado do alto dos edifícios pela força do vento, imaginávamos.
        Pelos bairros mais próximos, o cenário ainda era pior: vimos dezenas de casas pré-fabricadas destruídas, pequenos prédios sem um ou dois andares, teto de lojas do comércio esmagando milhares de móveis e eletrodomésticos, etc etc etc...
        Passei um bom tempo, depois de tudo, tentando escolher um só exemplo que representasse a força e a fúria do Andrews. Concluí que isto é impossível: são centenas de exemplos, cada qual mais impressionante que o outro. Relaciono aqui alguns dos “avistados” e deixo que o leitor escolha à vontade o exemplo que considerar mais adequado:
        - A carreta estacionada num terreno ao lado do prédio do jornal Miami Herald, lotada de bobinas de papel, foi arrastada dali com carga e atirada numa vala a 500 metros do local.
        - Várias palmeiras imperiais da avenida em frente ao nosso hotel foram quebradas à altura de um metro do solo e arrastadas não se sabe para onde. Tinham no ponto quebrado mais de um metro de diâmetro.
        - Uma lancha de mais ou menos 32 pés estava estacionada no asfalto da avenida de acesso à ilha de Key Biscaine. Ela abriu caminho no bosque existente à direita da avenida por cerca de 500 metros de extensão, depois de fazer uma navegação de pelo menos cinco milhas em altíssima velocidade...
        - O teto de uma imensa loja de móveis na região atacadista de Miami desabou esmagando milhares de armários e sofás... A loja deveria ter a dimensão de duas quadras ou mais!

PRECAUÇÕES

        Vejo na internet um interesse grande por dicas e sugestões para sobrevivência em situações que enfrentamos em Miami. Passo, portanto, as sugestões de quem sobreviveu a um furacão de respeito:
        - Evite hotéis ou hospedagens próximos à orla marítima. Estes são geralmente os mais perigosos.
        - Evite hospedar-se em casas pré-fabricadas.
        - Aproveite bem todas as informações que devem transmitir a internet e mesmo a televisão. Localize-se no ambiente: escolha quartos seguros (nunca aqueles com janelas voltadas para o mar) e saiba de onde virão os ventos e em que direção devem soprar.
        - Tenha sempre algumas poucas provisões em casa, no quarto. Tenha água potável disponível.
        - Não minimize a força dos ventos furacânicos, proteja-se, não viaje de carro sem antes se informar se pode ou não ser alcançado na estrada ou no destino por ventos fora do padrão.
        - Saiba que um furacão atinge  uma faixa de 15 a 20 quilômetros de largura; são formados geralmente no mar do Caribe e sobem em direção à Flórida e dali seguem para outros estados americanos.
        - A capacidade destrutiva de um furacão é determinada pela velocidade dos ventos e por isso eles são classificados em diferentes níveis, de um a cinco. Pode haver mudanças nessa classificação durante o percurso que realiza, do Caribe aos EUA.


17/09/2020

VACINA, TOMAR OU NÃO TOMAR ?

Por Dirceu Pio

Depois de toda opressão a que fomos submetidos nesses seis meses, ser vacinado na marra era só que nos faltava acontecer: está certo o presidente Jair Bolsonaro em dizer que ninguém será forçado a tomar.

Não há dúvida de que a liberdade nesse caso poderá trazer graves consequências à saúde pública brasileira que prefeitos e governadores colocaram de ponta-cabeça durante a Pandemia!

Paciência ! Tomar uma vacina sem saber o que há dentro da seringa poderá ser muito mais trágico.

Sempre fui um defensor acalorado das vacinas ! Tenho consciência que são elas que têm permitido que milhões de pessoas vivam mais e com mais conforto no mundo.

Sei também que, se não fossem elas, as vacinas, grande parte da população brasileira continuaria a ser dizimada todos os anos pela febre amarela, pelo sarampo, poliomielite, etc.

E SURGEM OS ANTIVACINAS

Em dezembro de 2019, publiquei um artigo para revelar minha preocupação com o crescimento, potencializado pela internet, dos grupos antivacinas.

Lembrava então que os grupos antivacinas começaram a nascer com mais força, em 1998, logo depois que o “médico” inglês Andrew Wakefield publicou um artigo na revista The Lancet (sempre ela, não?) associando o aumento do número de casos de crianças autistas com a vacina tríplice viral (contra sarampo, rubéola e caxumba).

Já no ano 2000, o “cientista” foi desmascarado pois descobriu-se que ele  recebia pagamentos de advogados em processos por compensação de danos vacinais.

De nada adiantou: mais uma vez,  a verdade se perdeu nesse turbilhão infindável de informações da web e raramente chega ao destino certo. Ainda hoje, há profissionais de saúde que usam o dr. Andrew Wakefield como referência.

PREFIRA A COM VÊ MAIÚSCULO

Há vacinas e Vacinas ! Tanto quanto possível, só tomarei aquela com vê maiúsculo.

De antemão, já sei qual NÃO vou tomar: não tomarei a ching-ling e nem a de Oxford, que eu sei ter o dedo imundo de Bill Gates. Além disso, está o fato de que é a Fundação Oswaldo Cruz (ela mesma, que está envolvida até o pescoço no Atentado de Manaus e foi aparelhada pelo PT) que vai receber a tecnologia da Astra Zeneca para produção da vacina no Brasil.

 Vai ser difícil, eu sei, escapar das garras deste cidadão americano, Bill Gates, o principal financiador da OMS,  que desperta desconfianças até dentro de sua terra natal, os EUA.

Ele financia hoje, pelo que se sabe, nada menos de oito farmacêuticas entregues, diuturnamente, como na Noite dos Desesperados, ao esforço de chegar na frente com a 1ª. vacina eficaz contra a praga chinesa. (veja informações sobre as seis vacinas na frente dessa corrida: https://www.bbc.com/portuguese/geral-53760433)

Se nem Donald Trump confia nas vacinas de Bill Gates, por que haverei de confiar ? 

HISTÓRICO NÃO RECOMENDA

Bilionário, Bill Gates entrou para o mercado mundial de vacinas com uma mentira: ao deixar a presidência da Microsoft, em junho de 2008, declarou que iria se dedicar apenas à filantropia.

Na verdade, já é sabido, hoje, que ele trocava um mercado restrito, o do software, por outro muito mais amplo e flexível, ainda mais se considerarmos – o que ele demonstra nesta Pandemia – que já é possível aleijar e vender a muleta a toda a população mundial que se aproxima de oito bilhões de pessoas.

Foi necessário pouco tempo para revelar a que veio em seu novo negócio: sua primeira campanha de vacinação em massa contra a paralisia infantil transmitiu poliomielite para 490 mil crianças da Índia, segundo denúncia de Robert Kennedy Jr. “Não foram tantas assim !”, reagiu a Fundação Melinda Gates, administrada por Bill e sua esposa Melinda,  evitando revelar quantas crianças, enfim, ficarão com sequelas pelo resto de suas vidas.

Outras denúncias contra as  vacinas Gates surgiram, recentemente, no Parlamento Italiano, onde a deputada  Sara Cunial acusou Bill Gates de ter esterilizado 2 milhões de mulheres na África e de estar desenvolvendo uma vacina contra o Covid-19 capaz de conectar seres humanos com faixas de ondas produzidas pela nova tecnologia 5G e assim controlar a vida das pessoas...

NEM TUDO É LENDA

Lenda ? Talvez não...no vídeo abaixo, que me foi enviado por Julio Seibei, dono de um dos perfis mais informativos do Twitter, Bill Gates aparece em carne e osso admitindo que desenvolve uma vacina que será capaz de alterar o DNA de uma pessoa.


O problema, enfim, não será o da falta de uma vacina; o problema é não conseguirmos enxergar o que de verdade existe dentro das seringas de nenhuma delas.


29/08/2020

SBT: JORNALISMO TIPO “MARIA-VAI-COM-AS-OUTRAS”

Por Dirceu Pio

A cobertura que o jornalismo do SBT fez da morte de Arnaldo Saccomani, 27-08, diz quase tudo: burocrática, sem emoção, negligente, como se a emissora noticiasse a perda de um poste.

O falecido era, entretanto, um dos ídolos da casa, nada menos que o maior produtor musical do País, responsável direto pelo sucesso de Rita Lee, Tim Maia, Ronnie Fon e tantos  outros !

E mais: foi Arnaldo quem criou o  fenômeno nacional e internacional, o palhaço Tiririca, que vendeu nada menos de 200 milhões de cópias de seu primeiro álbum, puxado por um dos mais explosivos “hits” de todos os tempos – Florentina de Jesus.

O chefe imediato de Arnaldo nos últimos tempos era o seu amigo e fã, Adalberto Massa, o Ratinho, que se orgulhava da audiência do seu Dez ou Mil, levado ao ar todas as segundas-feiras, após as 21 horas. Arnaldo dava um brilho especial ao júri do programa com suas críticas sempre muito sintonizadas com o gosto do mercado musical.

Ouvido sobre o falecimento do colaborador, Ratinho, sem demonstrar nenhuma emoção, disse uma frase nada apropriada para a ocasião: “Vai ser difícil substituí-lo”, num flagrante desrespeito a outro monumento da produção musical, Rick Donadio, que substituía Arnaldo sempre que este faltava em razão da doença que o levou embora (insuficiência renal, causada por uma doença rara, a uremia ).

MATÉRIA FRAQUÍSSIMA

Na matéria, que ficou aquém da importância do colaborador, o jornalismo do SBT não ouviu Décio Pitinini, seu rival no É Dez ou Mil; nem Rita Lee; nem Pedro Manso,  seu colega de Juri,  que ao imitar Tiririca, provocava  Arnaldo sempre duas vezes entoando Florentina de Jesus e incendiando o auditório.(https://www.youtube.com/watch?v=yny9iArgkv0)

Não ouviu sequer a outra companheira de Juri,  a escultural Lola Melnick, sua parceira de dança do tango Por Una Cabeza, de Carlos Gardel, que resultou num vídeo que até hoje encanta plateias de todo o mundo (https://www.youtube.com/watch?v=CkUGoeR1aJs).

Não se podia esperar muita coisa mesmo de um jornalismo que parece enxergar a Pandemia com os  olhos indecentes e genocidas da Rede Globo.

CADÊ VOCÊ, SÍLVIO ?

Com mais de 90 anos, o dono do SBT, Senior Abravanel, o eterno Sílvio Santos, já dá sinais de ter capitulado à força da correnteza e tem permitido que sua emissora, hoje com potencial para liderar a audiência do jornalismo televisivo e conquistar respeito e credibilidade, seja arrastada para o mau caminho.

Poderia ser, como exemplo, a única TV aberta a se posicionar com firmeza em favor do tratamento precoce, movimento que já engaja hoje mais de dez mil médicos de todos os quadrantes do Brasil, e com isto conquistar e fidelizar grande audiência, salvando milhares de vidas.

Só que não ! Por razões que a própria razão desconhece, alinha-se às recomendações da espúria OMS e se soma às demais emissoras na prática de puro terrorismo, brandindo o número de infectados e de mortos todos os dias.

VÍRUS ESPALHA IDIOSSINCRASIAS

E mais: seus dois programas que, teoricamente, permitiriam o aprofundamento do “hard News” –
o Poder em Foco, de entrevistas, no domingo à noite e o tradicional de “jornalismo investigativo”, de Roberto Cabrini – se perderam nas idiossincrasias espalhadas pelo Vírus de Wuhan.

O Poder em Foco fecha parceria e se deixa enredar pelas pautas de um site  informativo de qualidade duvidosa, o Poder 360, e Roberto Cabrini cobre a Pandemia numa agenda de puro sensacionalismo, feito para aterrorizar.

E, de costas viradas para a hashtag MandettaGenocida (a segunda mais veiculada no twitter no começo de agosto em todo o mundo), Cabrini abre espaço de mais de meia hora para o ex-ministro sem perguntar nada sobre o Atentado de Manaus e o Protocolo da Morte.

Não bastasse nada disso, o apresentador Danilo Gentilli permanece livre para se juntar à horda de internautas que ataca o presidente por bobagens.


Nada contra que um apresentador e humorista manifeste suas opiniões políticas nas redes sociais.
Temos, contudo, de aceitar  que muitos telespectadores expressem dúvidas de que a posição política do apresentador não influencia a escolha de seus entrevistados e nem as perguntas.

13/08/2020

PEDOFILIA, A 2ª. ONDA PANDÊMICA

Por Dirceu Pio

05 de agosto de 2020 - Fingindo rubor, a mídia alemã noticia o desmantelamento de uma rede de pedofilia que, por enquanto, tem mais de 30 mil pessoas devidamente articuladas pela “deep-web” – ou “internet profunda” – onde, para “espanto” do ministro da Justiça do País, Peter Beisembach, usuários trocam informações sobre quais sedativos são eficazes para aplacar a dor no caso de estupro de um bebê.

Ah, bichinho poderoso esse “Vírus Chinês”, pois além de matar e produzir pânico é capaz ainda de injetar doses massivas de cinismo em toda e qualquer autoridade envolvida na grande farsa pandêmica.

Todos os governos do mundo estão carecas de saber que a pedofilia corre solta e, como um polvo gigantesco, estende seus tentáculos para se infiltrar nas mais insuspeitas instituições, num fenômeno que sempre transcendeu o Clero Católico.

MEU REINO POR UMA CRIANCINHA

Em “lives” recentes, o filósofo Olavo de Carvalho já chama Joe Biden, adversário de Donal Trump nas eleições americanas, de pedófilo e Bill Clinton de “comedor de menininhas” . Olavo tem registrado o crescimento do Movimento Internacional pela Liberação da Pedofilia.

Nada de se admirar, portanto, que algumas das plataformas gigantes da Web, ao mesmo tempo em que censuram descaradamente material político, fazem alterações em suas normas de serviço para flexibilizar o debate sobre pedofilia.

Em mais um exercício de puro cinismo, os gigantes americanos Amazon, Apple, Facebook, Google e Microsoft apresentaram em julho, juntamente com outras empresas da Internet, um plano para combater a pedofilia online.

Todas elas estão cansadas de saber que a internet de superfície não se presta a esse tipo de crime, pois a pedofilia, apesar do acordo, continuará a correr livre e solta pela internet profunda. De qualquer modo, chama atenção o fato de o Twitter não ter participado sequer desse acordo.

ALEMANHA FINGE COMBATER


Ainda é cedo para descobrirmos porque a Alemanha resolveu estourar sua rede de pedófilos em plena Pandemia. Provavelmente, serve para demonstrar ação num reinado, o de Ângela Merkel, que já é ameaçado pelas denúncias de péssima gestão da Pandemia e que têm levado milhares de pessoas a protestar pelas avenidas de Berlim.

Nada indica que a guerra contra a pedofilia será pra valer na Alemanha, como de resto em quase todos os países do mundo, exceto nos EUA e no Brasil, onde a ministra Damares Alves, em junho de 2019, assombrou os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal com uma tempestade de denúncias:

:

- Ainda não sabemos as causas, denunciou a ministra dos Direitos humanos, mas há um surto de estupro de bebês no Brasil. Em 2010, na CPI da Pedofilia identificamos uma bebê estuprada aos 29 dias. Era recorde... Agora, já foram encontrados bebês estuprados aos seis e nove dias. Há pouco tempo, em Manaus, um médico levou a um motel um bebê de 9 meses.

UM FANTASMA QUE ASSOMBRA

Nos EUA, já impossível evitar que a mistura de lenda e realidade que gira em torno do recente estouro da Ilha de Jeffrey Epstein – a famosa Little Saint James – invada a campanha presidencial em que Donald Trump tenta a reeleição.

Para quem não sabe, Jeffrey Epstein foi um milionário americano que se notabilizou pela formação de um imenso círculo de relacionamento em torno de um só objetivo: cultivar e incentivar a pedofilia.

Acusado por abusar sexualmente de mais de 400 menores e de tráfico sexual de crianças com menos de 14 anos de idade, Epstein foi preso dia 06 de julho de 2019 (governo Trump) e encontrado morto em sua cela do Metropolitan Correctional Center em Manhattan (Nova York), com um lençol evolvendo seu pescoço, talvez para simular suicídio, no dia 10 de agosto. Tinha 66 anos.

OSSOS QUEBRADOS

Depois da autópsia, que revelou apenas que ele tinha vários ossos do pescoço quebrados, seu corpo foi enterrado no cemitério I. J. Morris Star of David em Palm Beach, Flórida (EUA).

Já não há mais dúvida de que o fantasma de Epstein vai continuar assombrando a elite americana por várias gerações tal o número e importância da teia de pedofilia que ele construiu usando a ilha e suas enormes mansões na Flórida e em Nova Yorque.

Duas de suas namoradas estão presas e começam a depor. Já se sabe que tanto as mansões como a ilha estavam monitoradas dia e noite por um sofisticado sistema de câmeras e que Epstein sabia como usar as imagens tanto para chantagear como para fidelizar seu público.

LENDA OU REALIDADE ?


Mas, afinal o que é lenda e o que é realidade ? A cada dia que passa fica mais difícil separar, mas tentemos aqui um exercício-

- Realidade: a ilha de Epstein, localizada nas Ilhas Virgens americanas, era sim um paraíso de pedófilos famosos, de ambos os sexos; ainda sigilosa, a longa lista de frequentadores inclui gente importantíssima da política, do meio artístico (trema Holyhood !), do show business, do esporte e até da realeza britânica.

Por enquanto, sabe-se que um deles é o ex-presidente americano Bill Clinton. Ele nega, mas está cada vez mais difícil explicar porque a parede de uma das mansões de Jeffrrey Epstein era decorada por uma tela em que Clinton aparece maquiado como uma vedete em repouso numa poltrona, de vestido longo azul e sapato alto, sem dúvida um símbolo da intimidade pagã que unia os dois velhos amigos.

É SÓ UMA PICADA NA VEIA

Lenda que talvez não seja lenda: a ilha servia também para a prática de rituais macabros onde crianças eram torturadas e sacrificadas para extração da “adrenochrome”, o elixir da juventude.

Faz alguns meses que a Web é povoada por vídeos que contam a história desses ritos satânicos. Correm informações, por exemplo, de que várias universidades estudam, em ratos, desde 1950, os efeitos rejuvenescedores do sangue de filhotes injetado em idosos (https://www.youtube.com/watch?v=rYIpdGjswlg&fbclid=IwAR3wmbJqBzEabu3K24Z79lVUdasixDHxK0z1iRhat1_BWazNrk0_NzUXz_k).

A última descoberta a respeito é de que o sangue jovem é tanto mais eficaz quanto mais o doador for submetido a situações de terror e estress (o neologismo adrenochrome advem de adrenalina).
Plataformas como o youtube estão repletas de vídeos que falam dos horrores a que são submetidas milhares de crianças, sequestradas em seus países de origem e depositadas em túneis – ou bunkers - existentes em várias regiões do mundo.

Formam – essas crianças – estoques estratégicos para uso nas diferentes modalidades de crime dessas organizações – pedofilia, escravidão sexual e tráfico de órgãos.

Mas isto tudo não é lenda ? Sim, é ! Mas há perguntas que ficam sem respostas:

1)- Qual a distância moral e ética que separa o estupro de um bebê do ato de aceitar uma picada de adenochrome na veia ?

2)- Como explicar a ausência de articulação entre polícia e governos na guerra contra a pedofilia e o tráfico internacional de crianças ?

3)- Como explicar que não tenham sido apuradas até agora as denúncias de que João de Deus, cumprindo pena em casa, traficava bebês, crianças e escravas sexuais ?

4)- Como explicar a frase com que o ator Flávio Migliáccio, que se matou no início de maio de 2020, termina a carta deixada à família: “A humanidade não deu certo. Cuidem das crianças de hoje!” ?

Dependurada numa das paredes da mansão de Epstein, tela comprova relação nada ortodoxa de Clinton com o dono da casa!

04/08/2020

E AÍ VEM O "ANTICORPO" DA ELI LILLY

Por Dirceu Pio

Uma entre as dezenas de farmacêuticas que apoiam financeiramente a OMS, a Eli Lilly, anuncia hoje que os estudos que devem comprovar a eficácia de seu produto – um “anticorpo”, que pode fazer as vezes de uma vacina na prevenção do covid-19 – entra agora na fase final.

E a mídia alardeia a novidade sem se perguntar quanto custará o produto.

Já existe o precedente do remdesevir, da Gilead Scienses, anunciado como a bala de prata no combate ao vírus chinês: um tratamento com a droga exige o desembolso por paciente  de nada menos de 13 mil reais ou 2.450 dólares.

ISSO EXPLICA

São números que já começam explicar as razões do combate renhido às duas drogas, de eficácia comprovada no combate e na prevenção – a hidroxicloroquina e a ivermectina – a um custo que não atinge 100 reais por paciente.

Para saber o que realmente acontece na saúde pública brasileira é preciso fazer uma outra conta, ainda mais portentosa – a conta da vacinação em massa da população: que tal começarmos a multiplicar 100 dólares (preço hipotético de uma dose de vacina contra o covid-19)  por 200 milhões (número também hipotético de brasileiros que serão “convencidos” a tomar) ?

A conta nos leva a pensar em dois personagens centrais de toda a trama pandêmica: Bill Gates, hoje conhecido como o rei das vacinas, e o etíope Tedros Adhanon, o diretor da OMS.

Junto com as farmacêuticas (todas elas), Bill Gates destina hoje para manutenção da OMS mais de um bilhão de dólares anuais. Tedros Adhanon passará para a história como o homem que soube reunir todas raposas para tomar conta do imenso galinheiro planetário.

20/07/2020

AUTÓPSIA DA PANDEMIA

Por Dirceu Pio

No dia 1º de abril de 2020, as empresas chinesas que iriam fornecer respiradores a importadores brasileiros, entre os quais estavam o Ministério da Saúde e o governo petista da Bahia, suspenderam a entrega.

Ouvido a respeito pelo jornal O Globo, o então ministro da Saúde, o deputado e médico Henrique Mandetta, declarou:

- Os Estados Unidos mandaram hoje 23 aviões cargueiros dos maiores para a China, para transportar  o material que eles adquiriram.  Muitas das  nossas compras,  caíram.

Sabe-se hoje que Mandetta aproveitava o significado da data para mentir: o cancelamento pela China da entrega de respiradores nada teve a ver com as importações americanas e sim com a descoberta que médicos italianos acabavam de fazer, rompendo as barreiras impostas pelo governo de Giuseppe Conti para realização de autópsias em corpos dados oficialmente como infectados pelo Covid-19.

No começo de abril, já se conhecia o resultado  das 70 autópsias realizadas em Bérgamo (50) e Milão (20): a infecção causada pelo Vírus de Wuhan não era respiratória e sim uma síndrome complexa que realiza seu primeiro ataque à hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio pelo organismo.

A primeira consequência da descoberta foi a condenação dos respiradores (usados intensivamente na Itália) no tratamento da infecção, transformados então em máquinas assassinas, pois dilaceram os pulmões sem oxigênio ao invés de ventilá-los.

MAIS REVELAÇÕES

A descoberta ainda mais estarrecedora só foi surgir agora, com a pressão que entidades médicas italianas têm feito para conhecer as razões que levaram o  governo de Giuseppe Conti a dificultar ao máximo  a realização de autópsias (no caso do Ebola e da Aids, foram realizadas milhares delas), um procedimento obrigatório e único para levar a Medicina a conhecer o inimigo e encontrar os meios para combatê-lo!

As autópsias foram inibidas na Itália – alegou o governo – em respeito à orientação da OMS, que, por sua vez, declarou que  seguia  instruções que vieram da China e que alertavam para os altos riscos de contaminação na manipulação de cadáveres e recomendava, expressamente, que não fossem usados anticoagulantes e antiinflamatórios no tratamento da infecção.

Em outras palavras, isso quer dizer o seguinte: a China conhecia muito bem o vírus como quem conhece algo fabricado em laboratório; sabia do seu baixo grau de letalidade, desde que tratado na fase inicial; sabia que se as autópsias fossem permitidas desde o início, a Medicina teria descoberto já na Itália como tratá-lo com eficácia; sabia que assim jamais funcionaria a planejadíssima campanha de terror que colocou o planeta de joelhos.

Ordenou a suspensão das exportações de respiradores para não ampliar o dolo da própria sordidez, pois também previa que mais cedo ou mais tarde seria acionada nos tribunais internacionais.

Não, nem a China, nem a OMS, nem Bill Gates, nem Barack Obama, nem Anhony Fauci, nem Giuseppe Conti, Ângela Merker, nem Henrique Mandetta, nem nenhum outro dos grandes mentores do plano pandêmico iriam permitir que o passarinho fosse morto no ninho.

Haveria de ser criado o grande “Case do Terror” e a Itália com seus 60 milhões de habitantes, com a população mais idosa do Planeta, um símbolo da civilização Ocidental, foi a escolhida.

TIRO PELA CULATRA ?

O problema é que antes mesmo de o vírus chinês (ao que tudo indica fabricado no laboratório que Anthony Fauci, sob as ordens de Obama, transferiu dos EUA para Wuhan, segundo denúncia do professor João Tilly, do Chega, partido conservador português) terminar seu passeio macabro pelo planeta, há sinais eloquentes de que o tiro vai sair pela culatra.

São revelações que já começam a desencadear reações fortes por  enquanto na Itália, na Alemanha e na Bulgária, onde a comunidade médica autêntica começa a erguer sua voz para denunciar  que a Pandemia é uma grande e apoteótica farsa – um crime hediondo e premeditado por um enorme grupo de estelionatários e genocidas estrategicamente distribuído planeta a fora.


E  há sinais claros de que a reação já desembarcou no Brasil, basta ver o que diz a médica pernambucana, uma das coordenadoras do manifesto de médicos em favor do tratamento precoce da infecção, hoje com mais de sete mil assinaturas, Cristiana Altino de Almeida: ”Lutarei até meu último segundo de vida pela punição de todos os responsáveis por esse horror humanitário tão grave ou maior que o Holocausto”.

FORTE INDIGNAÇÃO

É na Itália, traumatizada por tudo o que lhe aconteceu, que a indignação emerge em ações concretas, segundo nos relata o jornalista brasileiro com mais de um ano de residência no país, Daniel D'Andrea (do canal “Pegando no Pé”), durante longa entrevista ao youtuber Renato  Barros.

A entrevista está sob cerrada vigilância das plataformas da Internet (eu quis enviá-la a um amigo pelo facebook e fui punido com doze horas sem poder compartilhar vídeos), mas é capital para enxergar o festival de horrores que assolou a Itália nesses quatro meses de Pandemia:

- Sabe aquelas imagens de caminhões do exército transportando cadáveres em Bérgamo, transformada no epicentro da crise ? Era tudo marketing de terror: os caminhões estavam vazios e só o último deles levava 23 cadáveres ! – denuncia Daniel D'Andrea.

CASO GAYA CONTINI

A Itália começou a despertar para a verdade com o Caso Gaya Contini, uma mistura de monstruosidade com empulhação.

Moradora da pequena localidade do Norte da Itália (Varese), sofrendo de uma doença rara que a fez entrar na fila para transplante de pulmão, aos 27 anos, Gaia passou mal e foi internada no hospital do Instituto Maugeri, em Veruno.

O dia da internação foi também o último dia que os familiares a viram com vida. Dois dias depois (21 de março), o hospital comunicou sua morte aos familiares.

Enquanto a polícia informava a família de que a morte foi causada pelo Vírus de Wuhan, o hospital impedia familiares  de ver o corpo e tomava os procedimentos para cremá-lo (“Foram cremados 20 mil corpos na Itália”, revela Daniel D'Andrea).


Foi então que uma tia de Gaya (Silvana Vinci) contatou a médica legista Bárbara Balanzoni, que certamente imaginando o que havia acontecido, rumou para o hospital para, com urgência, acionar a Justiça para impedir a cremação.

O que se passou em seguida é um roteiro perfeito para um filme de terror e suspense: colocado contra a parede pela Justiça, o hospital desapareceu com o corpo; depois de dois dias sumido, o corpo reaparece em caixão, vedado e lacrado.

Exigida pela médica com aval da família, a autópsia só foi permitida pela justiça depois de 45 dias, quando o corpo já se encontrava em elevado estágio de putrefação: ainda assim, foi realizada pela brava Bárbara Balanzoni, que não encontrou um só vestígio do covid-19.

- Vai ser difícil me convencer que autopsiar um cadáver é mais perigoso do que o trabalho em hospitais com pessoas vivas, que tossem, espirram, se movimentam, bradou a legista Balanzoni, segundo relato de Daniel D'Andrea.

REVIRAVOLTA À VISTA

Apesar da censura, do controle e da sordidez que ataca a mídia em várias regiões do mundo, já é visível que a vigorosa reação italiana desencadeará movimentos em favor da verdade  em todo o planeta.

É animador observar o que  ocorre na Itália, onde o governo de Giuseppe Conte já está emparedado por cientistas, médicos, juristas, num total de mais de duas mil personalidades reunidas numa associação (Os Heréticos) que vem  conquistando o apoio cada vez maior da sociedade.

Sem contar outros advogados individuais que movem ações pedindo reparação por toda sorte de crime, apenas Os Heréticos movem duas ações penais contra o governo, uma na Suprema Corte de Roma e outra Corte Penal Internacional de Estrasburgo (onde funciona também o Parlamento da União Europeia).

O elenco de denúncias graves que acompanha os processos é enorme, tal a lambança que as instituições governamentais aprontaram durante a Pandemia: o objetivo é responsabilizar o governo pela morte de nada menos de 31 mil pessoas atribuídas ao vírus !

- Na verdade, nós matamos 31 mil  pessoas com diagnósticos errados; nós instituímos a pena de morte – e morte horrível – porque no mais rigoroso isolamento, denuncia em voz alta pelos canais alternativos de televisão o médico, pesquisador e líder da reação, dr. Pasquale Mario Bacco.

A denúncia mais pesada é o desencorajamento das autópsias, mas o conjunto das acusações leva a uma só conclusão: o sistema de saúde da Itália entrou na Pandemia determinado a matar, através da adoção de protocolos propositadamente errados, da mistura de pacientes idosos com infectados, aplicação de vacinas à força, etc.

OMISSÃO GRAVÍSSIMA

As denúncias não param por aí. Ainda no começo de fevereiro, o dr. Pascoale Mário Bacco entregou às autoridades da saúde pública do País, segundo relato de Daniel D'Andrea, o resultado da pesquisa que sua rede de colaboradores realizara em toda a Itália em janeiro.

Formulada e executada em base científica, a pesquisa indicava que já em janeiro havia nada menos de 400 mil pessoas infectadas pelo Covid-19 em território italiano: o governo de Giuseppe Conte, que já  preparara o seu plano genocida, ignorou olimpicamente o alerta de Pasquale Mário Bacco e deu a partida na matança.

- Já existem 400 mil pessoas infectadas neste país - exortou o médico para depois advertir: se vocês puserem 60 milhões de pessoas em lockdown vai ser um desastre...Sugiro isolar os idosos, dar a eles uma boa cobertura à base de hidroxicloroquina, e continuar a vida...

Venceu o desejo de atender a orientação chinesa !

AUTÓPSIAS NÃO INVASIVAS

Era maio, Daniel D'Andrea já vivera, na Itália, grande parte do período mais empolgante de sua carreira de repórter investigativo.

Criara fontes, cobrira o Caso Gaya Contini, cobrira o passo a passo das autópsias de Bérgamo comandadas pelo cardiologista Giampaulo Palmas, com quem conversa habitualmente.

Soube então que o “especialista” Paulo Saliva, comentarista do Jornal da TV Cultura, no Brasil, realizara 15 “autópsias não invasivas”, cujo resultado foi entregue em primeira mão ao jornal O Globo que alardeou: Covid-19 é perigosíssimo!

Intrigado, Daniel ligou para o dr. Giampaulo Palmas para perguntar se é possível observar a agressividade de um vírus com “autópsias não invasivas”.

O médico deu risada e advertiu, segundo relata Daniel: “Se vocês não pararem de brincar com esse vírus e se não aprenderem com os erros da Itália, vão morrer mais de cem mil pessoas no Brasil”.

Depois de dois meses da advertência, a previsão de 100 mil mortes já nem assusta mais, pois as autoridades brasileiras – STF, Congresso Nacional, Governadores, prefeitos e um punhado de médicos e cientistas de baixo calibre - persistiram na brincadeira, numa ciranda macabra onde são servidos quitutes recheados de dólares, euros e renmimbis !



Bérgamo - puro marketing de terror: só o último caminhão levava cadáver, os demais estavam vazios!